Faz pouco mais de 5 meses que o ator José Loreto viu sua vida se transformar e ganhar um novo significado. A “culpada” por tudo isso é Bella, sua primeira

Redação Publicado em 13/10/2018, às 00h00 - Atualizado às 10h05
Faz pouco mais de 5 meses que o ator José Loreto viu sua vida se transformar e ganhar um novo significado. A “culpada” por tudo isso é Bella, sua primeira filha, fruto do casamento com a também atriz Débora Nascimento.
Não é só nas redes sociais que ele se derrete pela filha e demonstra o quanto a paternidade está sendo uma experiência maravilhosa. O meu encontro com Zé Loreto foi recheado de boas histórias com pausas para vídeos fofos, que ele foi me mostrando no celular ao longo da conversa. “Dá uma olhada nesta gargalhada? Vê se eu posso com isso?”, brincou o ator ao mostrar o vídeo da filha rindo compulsivamente.
Em entrevista exclusiva a CRESCER, ele contou que, sem dúvida nenhuma, a chegada da Bella foi a melhor coisa que aconteceu na sua vida. “A gente acha que quando sai pela primeira vez de casa, viaja a primeira vez sozinho, tem a primeira namorada ou passa na faculdade… que a vida vai mudar. Mas, na verdade, ser pai é a maior transformação da vida e todas essas conquistas ficam pequenas quando você tem um filho”, disse.
Ele ainda revelou que assim que a Débora engravidou, os amigos disseram que chegaria o momento que ele iria perceber: “Poxa, agora vou ser pai”. Mas, ele acredita que a ficha vai caindo aos poucos. “Na gravidez você já começa um processo, mesmo que um pouco tímido. Depois que seu filho nasce e vai para os seus braços, você acredita que realmente agora é para valer. Só que a ficha continua caindo. “É a primeira risada, o primeiro xixi, a primeira fralda que vazou sem querer… São várias primeiras coisas, tudo é novo para ela e para nós. Gosto de dizer que a minha ficha ainda está caindo e estou vivendo os melhores momentos da minha vida”.
Sobre o parto, José Loreto, resumiu como indescritível também para o homem. “O parto é uma experiência sem igual, nada se compara. Você observa aquela conexão da mãe com o seu filho e recebe aquilo por osmose. A gente se sente muito importante por estar ali dando todo o apoio que for preciso. E na hora que nasce você vive tudo em slow motion. É como se o mundo parece por alguns minutos mesmo, pois você esquece tudo à sua volta e vive uma emoção jamais vista. É demais.”
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