Nesta sexta 13, a partir das 9 horas, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a Empresa Municipal de Urbanismo (Emurb) retoma seus trabalhos.

Redação Publicado em 13/07/2018, às 00h00 - Atualizado às 13h19
Nesta sexta 13, a partir das 9 horas, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a Empresa Municipal de Urbanismo (Emurb) retoma seus trabalhos. Na pauta estão dois depoimentos que podem envolver mais gente na mira da comissão. Fany Warik e Liszeila Abdala, esposa e irmão do ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, Liszt Abdala, foram convocadas para darem esclarecimentos sobre a licitação para digitalização do sistema de Zona azul. O presidente da CP, vereador Marco Rillo (PT), não tem certeza da presença das duas empresárias.
Para Rillo, os depoimentos podem não revelar nada importante. “Mesmo assim, convocamos por dever de oficio”, disse. As duas empresárias participaram da licitação mesmo sendo impedidas por lei, já que uma é esposa e outra irmã do então secretário Liszt Abdala. Na época que veio à tona a participação delas, Liszt foi orientado a pedir demissão do cargo. Ele resistiu, porém o governo pressionou e ele saiu.
No início das investigações, os membros da CPI da Emurb descobriram que a empresa da Liszt, Marbel Telecomunicações havia participado de vários outras licitações. Agora, a CPI quer saber se o ex-secretário tinha conhecimento da participação da esposa e da irmã no processo da Zona Azul. Ele já afirmou que não sabia. Não convenceu. Hoje, se as empresárias comparecerem às audiências, os investigadores vão pressionar para ver se conseguem alguma confirmação.
PRAZO – O vereador Marco Rillo disse que quer cumprir o prazo de conclusão das investigações até o dia 25 de agosto. O presidente da Câmara, vereador Jean Charles Serbeto (MDB), no dia 14 de junho decretou o fim da CPI da Emurb. Através de um parecer da Diretoria Jurídica, Serbeto suspendeu os trabalhos da comissão, alegando seu fim, considerando a contagem de dias corridos e não úteis como prevê o Regimento Interno da Câmara. Ignorando a decisão de Serbeto, Marco Rillo apelou á Justiça. No dia 21 de junho, o juiz Adilson Araki, da primeira Vara da Fazenda, concedeu liminar, anulando ato do presidente da Câmara e permitindo que a CPI se estenda até 2020.
Leia também

Instagram Plus chega ao Brasil por R$ 10 por mês e marca nova aposta da Meta em assinaturas

Policial civil é preso após fazer família refém em Mauá

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Steven Spielberg diz que Estados Unidos levaram ET de Varginha para o país

A responsabilidade dos vereadores e os direitos fundamentais dos profissionais de saúde

'Salário não está à altura do trabalho', diz ministro do STJ

Flávio Bolsonaro pede que STF declare Moraes suspeito em processos ligados a Vorcaro

Instagram Plus chega ao Brasil por R$ 10 por mês e marca nova aposta da Meta em assinaturas

Mulher é achada morta dentro de residência; companheiro teria admitido crime em mensagem enviada à família

Após críticas, Romário muda posição e passa a defender fim da escala 6x1