Levantamento do Real Time Big Data aponta cenário de alta rejeição entre principais nomes da disputa presidencial e reforça peso do chamado “voto de rejeição” no eleitorado.

Ana Beatriz Publicado em 05/05/2026, às 08h58
Uma pesquisa do instituto Real Time Big Data revela que o presidente Lula tem 44% de rejeição e o senador Flávio Bolsonaro, 41%, destacando a polarização no cenário eleitoral para 2026.
A rejeição é um fator crucial nas eleições, com apenas 2% dos entrevistados afirmando não rejeitar nenhum pré-candidato, evidenciando a prevalência do 'voto contra'.
Além de Lula e Bolsonaro, outros candidatos como Ciro Gomes e Romeu Zema apresentam baixa rejeição, o que pode ser vantajoso em futuras disputas, enquanto a polarização política se intensifica no país.
Uma nova pesquisa eleitoral divulgada pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (5) revelou um dado estratégico para o cenário das eleições presidenciais de 2026: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 44% de rejeição, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 41%.
O levantamento mostra que, embora ambos liderem as intenções de voto em diferentes cenários, também concentram os maiores índices de rejeição entre os eleitores — um fator considerado decisivo em disputas polarizadas.
Cenário revela peso do “voto contra”
A pesquisa indica que a rejeição segue como um dos principais motores do comportamento eleitoral no país. No levantamento:
Esse tipo de dado reforça a importância do chamado “voto de veto”, quando o eleitor decide principalmente evitar um candidato, e não necessariamente apoiar outro.
Outros nomes aparecem com baixa rejeição
Além dos dois principais nomes, o levantamento também testou outros possíveis candidatos:
Os números indicam que, apesar de menor projeção eleitoral, esses nomes ainda não enfrentam altos níveis de resistência no eleitorado — o que pode ser estratégico em cenários futuros.
Disputa tende à polarização
A pesquisa ocorre em um momento de forte polarização política no país, com Lula e Flávio Bolsonaro se consolidando como principais polos da disputa presidencial.
Levantamentos recentes do mesmo instituto também indicam equilíbrio em cenários de segundo turno, reforçando que a rejeição pode ser determinante no resultado final.
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