Procurador-geral da República, afirmou que o ano de 2025 trará pautas de interesse para a defesa dos valores democráticos no país

William Oliveira Publicado em 04/02/2025, às 09h37
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, reafirmou a determinação do Ministério Público em preservar a democracia e assegurar a ordem jurídica no Brasil. Em suas declarações, Gonet destacou que a instituição está pronta para cumprir seu papel fundamental na defesa dos valores democráticos.
Durante a sessão solene de abertura das atividades do Judiciário em 2025, realizada no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (3), o procurador afirmou: "Este será um ano com pautas de sobressaído interesse aos valores democráticos. Assim como essa Corte, a Procuradoria-Geral da República também está pronta para cumprir seu papel".
A declaração de Gonet ocorre em um contexto crítico, com o Ministério Público avaliando a possibilidade de apresentar denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros 39 indivíduos por tentativas de golpe de Estado.
A cerimônia contou com a presença de figuras proeminentes da política nacional, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, e os novos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), respectivamente.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação