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Tratamento de Lula

Lula inicia tratamento preventivo com radioterapia após retirada de lesão no couro cabeludo

Presidente fará 15 sessões no Hospital Sírio-Libanês e seguirá com agenda oficial normalmente, segundo equipe médica

Boletim médico assinado por especialistas confirma que Lula está em boas condições e segue com acompanhamento médico durante o tratamento - Imagem: Reprodução/Redes Sociais
Boletim médico assinado por especialistas confirma que Lula está em boas condições e segue com acompanhamento médico durante o tratamento - Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Letícia Sales Publicado em 25/05/2026, às 12h17


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (25) um tratamento preventivo de radioterapia no couro cabeludo após passar por uma cirurgia para retirada de uma lesão na pele no mês passado.

O procedimento está sendo realizado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, e contará com 15 sessões ao longo das próximas três semanas. Segundo informações divulgadas pela equipe médica, cada aplicação terá duração aproximada de dois minutos.

De acordo com o boletim médico, Lula seguirá mantendo normalmente sua rotina de trabalho e não terá restrições nas atividades diárias durante o tratamento. O acompanhamento do presidente continua sendo feito pelas equipes lideradas pelo cardiologista Roberto Kalil Filho e pela médica Ana Helena Germoglio.

Mesmo após iniciar a radioterapia nesta manhã, o presidente manteve compromissos oficiais no Palácio do Planalto, incluindo encontros com representantes de países africanos.

A necessidade do tratamento surgiu após uma cirurgia realizada em abril, em São Paulo, para a retirada de um carcinoma basocelular localizado no couro cabeludo. Na ocasião, os médicos informaram que o procedimento ocorreu sem complicações e que Lula recebeu alta hospitalar no mesmo dia.

O carcinoma basocelular é considerado o tipo mais comum de câncer de pele e costuma estar associado à exposição prolongada ao sol. Especialistas apontam que a doença apresenta crescimento lento e altos índices de cura quando identificada precocemente.

O boletim médico divulgado nesta segunda-feira foi assinado pelos médicos Rafael Gadia e Volney Vilela.


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