Deputada federal participou de missão da Câmara dos Deputados durante a CPAC no Texas ao lado de integrantes do campo conservador. Nome de Zanatta foi citado recentemente como possível vice em uma chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro em 2026.

Redação Publicado em 15/06/2026, às 10h46
A deputada federal Julia Zanatta se destaca nas articulações políticas da direita como possível vice na chapa de Flávio Bolsonaro para as eleições de 2026, após sua participação em uma missão oficial nos Estados Unidos.
A viagem, que durou quatro dias e custou cerca de R$ 14,5 mil em diárias, incluiu a participação de Zanatta na Conferência de Ação Política Conservadora, onde ela se reuniu com líderes conservadores e trocou experiências políticas.
Embora não haja definições sobre candidaturas para 2026, o debate sobre chapas já mobiliza lideranças do PL, com Zanatta sendo vista como uma opção para fortalecer a representação feminina e do Sul na política nacional.
A deputada federal Julia Zanatta voltou ao centro das articulações políticas da direita após ter seu nome mencionado como possível candidata a vice-presidente em uma eventual chapa liderada por Flávio Bolsonaro nas eleições de 2026.
A movimentação ganhou destaque após a divulgação de informações sobre uma missão oficial da Câmara dos Deputados aos Estados Unidos, realizada em março deste ano. Segundo registros oficiais, Zanatta integrou uma comitiva parlamentar que participou da edição norte-americana da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), realizada no estado do Texas.
De acordo com os dados da Câmara, a viagem teve duração de quatro dias e meio e resultou no pagamento de aproximadamente R$ 14,5 mil em diárias destinadas à parlamentar para custear despesas relacionadas à agenda oficial.
Durante a missão, Zanatta participou de painéis políticos, encontros com representantes de movimentos conservadores internacionais, atividades institucionais e uma celebração religiosa ligada ao evento. Em relatório apresentado após o retorno ao Brasil, a deputada destacou o intercâmbio de experiências com lideranças políticas e representantes de organizações alinhadas ao conservadorismo.
A viagem ocorreu em um momento de intensificação das articulações do campo conservador para a disputa presidencial de 2026. Nos bastidores, o nome de Zanatta vem sendo citado por lideranças da direita como uma das possíveis opções para compor uma chapa nacional, especialmente após manifestações públicas de apoio por parte de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nos últimos dias, declarações de Eduardo Bolsonaro reforçaram as especulações sobre a deputada catarinense. Além da forte atuação nas pautas conservadoras, Zanatta é vista por aliados como um nome capaz de ampliar a presença feminina e fortalecer a representação do Sul do país em uma eventual composição presidencial.
Embora ainda não exista definição oficial sobre candidaturas ou alianças para 2026, o debate sobre a formação de chapas já movimenta lideranças partidárias e setores estratégicos do PL em diferentes estados.
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