Diário de São Paulo
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CRISE POLÍTICA NO RIO

Castro prepara demissão em massa no governo e deve renunciar nos próximos dias

Governador do Rio articula saída do cargo após exonerar todo o secretariado em meio a forte pressão política e cenário de instabilidade

Cláudio Castro deve deixar o governo do Rio após decisão de exonerar toda a equipe. - Imagem: Zô Guimarães / Folhapress
Cláudio Castro deve deixar o governo do Rio após decisão de exonerar toda a equipe. - Imagem: Zô Guimarães / Folhapress

Redação Publicado em 20/03/2026, às 09h12


O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, exonerou todo o seu secretariado e deve renunciar ao cargo na próxima segunda-feira, em meio a pressões políticas e articulações no governo estadual.

Essa demissão em massa indica uma ruptura administrativa e abre espaço para uma reorganização política, com possíveis mudanças na condução do estado.

A renúncia pode resultar em uma nova configuração no governo, afetando a governabilidade e alianças políticas, embora os detalhes sobre os motivos e o futuro comando ainda não tenham sido divulgados.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, decidiu exonerar todo o seu secretariado nesta semana e deve renunciar ao cargo na próxima segunda-feira, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira. A medida ocorre em meio a um cenário de pressão política e articulações nos bastidores do governo estadual.

A decisão de demitir toda a equipe de governo sinaliza uma ruptura administrativa imediata e reforça a expectativa de saída definitiva do chefe do Executivo fluminense. A movimentação também abre espaço para reorganização política e possíveis mudanças na condução do estado.

A renúncia, se confirmada, deve desencadear uma nova configuração no comando do governo do Rio, com impacto direto na governabilidade e nas alianças políticas locais. Nos bastidores, a decisão é vista como estratégica diante do atual cenário político, embora os desdobramentos ainda dependam de confirmação oficial.

A troca completa do secretariado antes da saída indica uma tentativa de reorganizar a estrutura administrativa ou preparar uma transição controlada, evitando rupturas mais abruptas na gestão pública.

Até o momento, não houve detalhamento oficial sobre os motivos exatos da decisão nem sobre quem deve assumir o comando do estado após a eventual renúncia.


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