
Redação Publicado em 07/07/2022, às 00h00 - Atualizado às 08h11
A imprensa britânica dá como certa a renúncia do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, ao cargo de líder do Partido Conservador, em meio a um escândalo sexual envolvendo um aliado.
A expectativa é que Johnson, que assumiu o cargo em 2019, anuncie também que pretende permanecer no cargo de premiê até outubro, quando ocorre o congresso anual do Partido Conservador e um novo nome pode ser anunciado pela legenda, que tem maioria no Parlamento britânico.
Um pronunciamento de Jonhsonestá previsto para esta quinta-feira.
A mais recente crise no governo britânico começou depois que Johnson nomeou como vice-líder do governo no Parlamento o deputado Chris Pincher, que é acusado de ter apalpado dois homens em um clube privado em Londres.
“Você deve fazer a coisa certa e ir agora”, escreveu Nadhim Zahawi, que deixou o posto de ministro das Finanças 48 horas após ser indicado.
Em meio à rebelião, entretanto, Johnson anunciou que se manteria à frente do governo britânico.
Essa não é a primeira crise que Johnson enfrenta em seu próprio partido; há meses, ele precisou pedir desculpas por ter feito festas na residência do primeiro-ministro durante o período de isolamento por causa da Covid-19.
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