Diário de São Paulo
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VÍDEO: Assaltante chora após ser baleado durante roubo a mercado em Barueri: "Perdão, eu tenho filho"

Homem de 39 anos foi atingido na perna após reação do comerciante; ele foi socorrido, passou por cirurgia e permanece internado sob escolta policial

Assaltante usou uma garrucha calibre .22, mas acabou baleado - Imagem: Reprodução | Redes Sociais
Assaltante usou uma garrucha calibre .22, mas acabou baleado - Imagem: Reprodução | Redes Sociais

Lívia Gennari Publicado em 26/04/2026, às 18h45


Um assalto a um mercado em Barueri, na Grande São Paulo, terminou com o suspeito baleado na última quarta-feira (22). O homem, de 39 anos, foi atingido na perna após o dono do estabelecimento reagir à ação criminosa. Mesmo ferido, ele tentou deixar o local se arrastando pela rua e chegou a pedir desculpas ao comerciante enquanto sangrava no asfalto.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que ele entra no comércio, aponta a arma para o caixa e exige o dinheiro. O proprietário entrega algumas notas, mas, ao perceber a movimentação, reage e efetua o disparo. Em seguida, o assaltante foge cambaleando e cai na via pública.

Já do lado de fora, em um segundo registro, ele aparece ferido, visivelmente abalado, insistindo em deixar o local sem atendimento imediato. “Perdão, eu tenho filho pequeno”, disse o homem. Em outro momento, pede para não ser mais abordado: “Só quero ir embora… você já atirou em mim”.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e levou o suspeito ao Hospital Regional de Barueri. Ele passou por cirurgia e permaneceu internado sob escolta policial, sem risco de morte.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), foram apreendidos R$ 110 levados do comércio, uma garrucha calibre .22 e a motocicleta usada pelo homem. A arma do comerciante, que possui registro, também foi recolhida para perícia.

O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Barueri como roubo a estabelecimento comercial e localização de veículo. A Polícia Civilapura as circunstâncias da reação do comerciante, que alegou legítima defesa.


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