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Policial penal é encontrado morto com marcas de violência na Zona Oeste de São Paulo

Servidor da unidade prisional de Aguaí estava sem contato com a família desde domingo; DHPP apura o homicídio e um suspeito já foi preso

Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução

Redação Publicado em 28/07/2026, às 14h17


O policial penal Tarso Esdra de Moura, de 44 anos, foi encontrado morto na noite de domingo (26), às margens da Rodovia Raposo Tavares, na altura do bairro Rio Pequeno, na Zona Oeste de São Paulo. O agente, que estava desaparecido desde o mesmo dia, foi localizado após familiares perderem contato com ele. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do crime.

De acordo com informações iniciais, o corpo apresentava diversos sinais de violência. Além de ferimentos provocados por disparos de arma de fogo, a vítima também tinha lesões compatíveis com golpes de faca, traumatismo craniano, hematomas e outras marcas pelo corpo. O caso passou a ser conduzido pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), equipes da Polícia Militar foram acionadas para atender a ocorrência e encontraram o homem já sem vida no acostamento da rodovia. A perícia realizou os primeiros levantamentos no local, e o registro da ocorrência foi feito inicialmente no 89º Distrito Policial (Jardim Taboão).

Tarso Esdra de Moura atuava como policial penal na unidade prisional de Aguaí, no interior paulista, e estava afastado das atividades por motivos de saúde. O desaparecimento havia mobilizado familiares antes da confirmação da morte.

Conforme informações preliminares da investigação, um homem suspeito de participação no homicídio foi preso. A identidade dele não foi divulgada pelas autoridades, mas, segundo apurado, trata-se de um vigilante particular. Um segundo envolvido segue sendo procurado.

O Sindicato dos Policiais Penais do Estado de São Paulo (Sinppenal) lamentou a morte do servidor e acompanha o andamento das investigações. Até o momento, a motivação do crime não foi esclarecida, e a Polícia Civil continua realizando diligências para identificar todas as circunstâncias do assassinato.


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