O caso aconteceu na última quinta-feira (9)

Mateus Omena Publicado em 13/02/2023, às 15h46
Episódios de crianças levando armas de fogo para escola geralmente provocam graves consequências que, em alguns casos, levam à morte de um inocente. Recentemente, uma situação semelhante ocorreu com um artefato de destruição de longo alcance.
Um estudante detonou uma granada na sala de aula de uma escola de Krasnoselsky, distrito de São Petersburgo, na Rússia
O desastre aconteceu na última quinta-feira (9). O menino sobreviveu à explosão, mas perdeu uma das mãos, informou o jornal britânico Daily Star.
Os outros alunos que estavam presentes no momento do incidente não tiveram grandes ferimentos. No entanto, todos foram levados para um hospital próximo do colégio.
A identidade do menino não foi divulgada pelas autoridades à imprensa para garantir a integridade da vítima. Também não foi informado o nome da escola em que o acidente aconteceu.
Segundo a polícia, a granada era de uma versão de airsoft — modalidade que utiliza armas e equipamentos com munições de plástico não letais. Embora não seja capaz de matar, esse tipo de artefato tem capacidade de machucar seriamente alguém caso não seja manuseado da maneira correta.
Em países como o Reino Unido, por exemplo, é necessária uma licença para comprar esse tipo de armamento.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Messi fica fora de treino antes da semifinal da Copa do Mundo

Polícia Civil desmonta esquema com mais de 100 empresas de fachada e prende suspeito em São Paulo

Professor é espancado em estação da Linha 5-Lilás e diz ter sido alvo de homofobia

Espanha supera França, bate recorde de invencibilidade e garante vaga na final da Copa

Flávio Dino cobra explicações do Congresso e amplia investigação sobre emendas parlamentares

Lula sanciona lei que torna obrigatória educação política e cidadania nas escolas

França celebra a Bastilha, mas enfrenta uma batalha pela própria identidade