Rivaldo Barbosa foi preso no último domingo (24)

Manoela Cardozo Publicado em 25/03/2024, às 12h18
Após a prisão do ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, pela Polícia Federal (PF) por suposto envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, a Universidade Estácio de Sá tomou a decisão de desligá-lo do quadro de funcionários.
Conforme informações do Metrópoles, Rivaldo atuava como professor de direito desde 2003 e ocupava o cargo de coordenador adjunto do curso desde 2022, conforme seu perfil no LinkedIn.
Segundo informações da Procuradoria-Geral da República (PGR), Rivaldo Barbosa é considerado um dos autores intelectuais do crime.
A PF alega que ele teria planejado o assassinato da vereadora antes mesmo de assumir o cargo de chefe da Polícia Civil do Rio, evento que ocorreu anteriormente à trágica morte de Marielle e Anderson em março de 2018.
Após ser detido no Rio de Janeiro, Rivaldo foi transferido para Brasília, onde passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
Atualmente, ele permanece na Penitenciária Federal de Brasília, onde passará a noite. A Universidade Estácio de Sá não emitiu comentários adicionais sobre o caso até o momento.
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