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Mulher é presa após decapitar homem na Grande SP

Uma mulher de 24 anos foi presa após matar um homem dentro do próprio apartamento em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo

Suspeita diz que matou homem após suspeitar de abuso contra o filho - imagem: Divulgação / Polícia Militar
Suspeita diz que matou homem após suspeitar de abuso contra o filho - imagem: Divulgação / Polícia Militar

William Oliveira Publicado em 30/03/2026, às 08h44


Uma mulher de 24 anos foi presa em flagrante suspeita de matar um homem de 32 anos em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, na manhã de domingo (29). De acordo com a Polícia Civil, após o crime, ela colocou a cabeça da vítima dentro de uma mochila.

Segundo as investigações, o homem mantinha um relacionamento recente com a suspeita. O crime ocorreu no apartamento onde ela morava, no bairro Chácara Cuiabá.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima foi atacada enquanto dormia no sofá e morreu após ser atingida por diversos golpes de faca. Após o homicídio, a mulher teria decapitado o corpo, arrastado o cadáver até o banheiro e tentado limpar o local.

Ainda segundo a polícia, a faca utilizada no crime foi lavada na pia, e o chão do imóvel foi higienizado com água e sabão, numa tentativa de eliminar vestígios.

A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar ao apartamento, encontrou o corpo no banheiro. A cabeça da vítima estava dentro de uma mochila, localizada na sala. A suspeita foi presa no local.

O boletim de ocorrência aponta que, antes do crime, a mulher, a vítima e um amigo estiveram em um bar e, posteriormente, seguiram até a cidade de Suzano. A investigação indica que houve consumo de álcool e entorpecentes.

Após o ocorrido, a suspeita entrou em contato com familiares e conhecidos, chegando a enviar mensagens relatando o crime. A mãe da jovem foi quem acionou a polícia.

A mulher afirmou que matou o homem após suspeitar que ele teria tentado abusar de seu filho, de apenas 2 anos. No entanto, a Polícia Civil informou que essa versão ainda está sendo apurada e não foi confirmada até o momento.

O caso foi registrado como homicídio qualificado, além dos crimes de ocultação de cadáver e fraude processual. A polícia solicitou a conversão da prisão em flagrante em preventiva, e a suspeita permanece à disposição da Justiça.


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