Unidade do Colégio Ábaco, na Zona Oeste de São Paulo, interrompeu atividades do 7º ano após registrar casos da doença e adotar medidas para conter a transmissão.

Redação Publicado em 20/03/2026, às 10h26
O Colégio Ábaco suspendeu as aulas do 7º ano na unidade Sumaré, em São Paulo, devido ao aumento de casos de H1N1 entre os alunos, buscando conter a disseminação do vírus na escola.
Cinco casos foram confirmados em uma mesma sala, e a escola garantiu que a suspensão é preventiva, sem prejuízo pedagógico, com possibilidade de reposição de conteúdo.
A direção do colégio implementou protocolos de segurança, como reforço na higiene e monitoramento de sintomas, enquanto a vacinação anual contra a gripe continua sendo a principal forma de prevenção.
O Colégio Ábaco suspendeu as aulas do 7º ano da unidade Sumaré, em São Paulo, nesta quinta-feira (19) e sexta-feira (20), após registrar um aumento de casos de H1N1 entre alunos da turma. A medida foi adotada como forma de conter a disseminação do vírus dentro do ambiente escolar.
Segundo a instituição, ao menos cinco casos foram identificados entre estudantes de uma mesma sala. Em comunicado enviado aos responsáveis, a escola informou que a suspensão é preventiva e que não haverá prejuízo pedagógico, com possibilidade de reposição de conteúdo, se necessário.
A direção do colégio afirmou que segue adotando protocolos de segurança, incluindo reforço na higiene dos ambientes, ventilação adequada e monitoramento constante de sintomas entre alunos e colaboradores.
O H1N1 é um subtipo do vírus influenza A, conhecido pelo alto potencial de transmissão. De acordo com o Ministério da Saúde, a doença pode evoluir para quadros mais graves, como pneumonia, especialmente em grupos de risco.
Entre os principais sintomas estão febre, tosse, dor de garganta, dores no corpo, fadiga e, em alguns casos, vômito e diarreia. A orientação é que pessoas com sintomas gripais permaneçam em casa e busquem atendimento médico.
A vacinação anual contra a gripe segue sendo a principal forma de prevenção, além de medidas como higienização frequente das mãos, uso de álcool em gel e evitar contato próximo com pessoas doentes.
Até o momento, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo não se manifestou sobre a situação.
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