Diário de São Paulo
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Crise de Imagem

Após silêncio, Martha Graeff rompe e diz ter sido “linchada” em meio a escândalo

Em desabafo público, influenciadora afirma não ser investigada, nega benefícios financeiros e critica exposição de mensagens íntimas durante a repercussão do caso.

Martha Graeff se pronuncia após semanas de silêncio e nega envolvimento em irregularidades - Imagem: Reprodução
Martha Graeff se pronuncia após semanas de silêncio e nega envolvimento em irregularidades - Imagem: Reprodução

Ana Beatriz Publicado em 08/04/2026, às 18h51


Martha Graeff quebrou o silêncio sobre um escândalo que a tornou alvo de um 'linchamento virtual', descrevendo a experiência como uma das mais difíceis de sua vida e afirmando que não está sob investigação formal.

O episódio ganhou notoriedade após informações sobre seu relacionamento serem divulgadas, levando a influenciadora a esclarecer que não recebeu vantagens financeiras e que seu patrimônio permanece inalterado.

Ela denunciou o vazamento ilegal de mensagens íntimas como uma violação de privacidade e criticou a exploração do caso por outras mulheres nas redes sociais, indicando que o assunto ainda pode gerar desdobramentos jurídicos e discussões sobre privacidade e exposição digital.

Após semanas de silêncio e intensa repercussão do caso Master nas redes sociais, a influenciadora Martha Graeff decidiu se pronunciar publicamente sobre o escândalo que a colocou no centro de debates e julgamentos na internet. Em um vídeo, ela afirmou ter sido alvo de um “linchamento virtual”, classificando a situação como uma das experiências mais difíceis de sua vida.

Logo no início do relato, Martha Graeff destacou que não retornou às redes para convencer críticos ou responder diretamente aos comentários negativos, mas para apresentar sua versão dos fatos. “Não existe a minha verdade ou a verdade dos outros. Existe apenas a verdade”, afirmou.

Segundo ela, o episódio ganhou proporções inesperadas após informações relacionadas ao seu relacionamento com Daniel Vorcaro virem à tona na imprensa. A influenciadora relatou que mantinha um relacionamento à distância e que desconhecia qualquer irregularidade envolvendo o parceiro no momento em que estavam juntos.

Ela também reforçou que não é alvo de investigação ou acusação formal, ponto que, segundo disse, foi distorcido em diversas publicações e comentários online. “O meu patrimônio é exatamente o mesmo de dois anos atrás”, declarou, negando ter recebido bens ou vantagens financeiras, como imóveis, veículos ou viagens de luxo associadas ao caso.

Outro ponto central do desabafo foi a divulgação de mensagens íntimas, classificadas por Martha Graeff como um “vazamento ilegal”. A influenciadora considerou o episódio uma violação grave de privacidade e afirmou que a exposição teria sido usada para desviar o foco de pessoas que, segundo ela, deveriam ser o centro das investigações.

“Foi uma atrocidade, uma covardia”, disse, ao comentar a circulação do conteúdo pessoal nas redes.

Ela também criticou a postura de outras mulheres que, segundo seu relato, teriam utilizado o episódio para gerar engajamento. A declaração evidencia um novo elemento da crise: o conflito narrativo dentro do próprio ambiente digital, onde diferentes vozes disputam atenção e credibilidade.

Martha Graeff contextualizou ainda o momento pessoal em que iniciou o relacionamento, afirmando que vinha de um término de 13 anos e se encontrava emocionalmente fragilizada. Segundo ela, isso contribuiu para que se envolvesse afetivamente sem suspeitar de possíveis problemas.

Apesar do impacto emocional, ela afirmou que recebeu apoio de familiares, amigos e seguidores de longa data, o que teria sido fundamental para enfrentar o período. “Essas últimas semanas foram um pesadelo”, declarou.

Ao final, Martha Graeff disse que pretende seguir sua trajetória com “consciência tranquila” e que ainda há desdobramentos pela frente. A fala indica que o caso pode continuar gerando repercussão, tanto no âmbito jurídico quanto na esfera pública.

O episódio reacende discussões sobre exposição digital, julgamento nas redes sociais e os limites entre interesse público e privacidade — especialmente em casos que envolvem figuras públicas e investigações em andamento.


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