A retirada de moradores de Mariupol e da fábrica Azovstal, onde centenas de civis permanecem cercados e encurralados, iniciada no sábado (30), vai continuar

Redação Publicado em 02/05/2022, às 00h00 - Atualizado às 12h56
A retirada de moradores de Mariupol e da fábrica Azovstal, onde centenas de civis permanecem cercados e encurralados, iniciada no sábado (30), vai continuar hoje, disseram as autoridades locais na plataforma Telegram.

De acordo com o município, foram acertados dois locais adicionais para retirar pessoas de Mariupol, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).
“Há boas notícias. Com o apoio das Nações Unidas e da Cruz Vermelha, foram hoje acordados dois locais adicionais para colocar pessoas em um comboio que saia de Mariupol. São a aldeia de Mangush, na região de Donetsk, e Lunacharsky, perto de Berdiansk, a leste de Mariupol”, informaram as autoridades.
“Se tiver familiares ou conhecidos no local, tente fazer contato e fornecer-lhes informações sobre uma possível retirada”, alertaram.
A Ucrânia conseguiu nesse domingo, com a ajuda da ONU e da Cruz Vermelha, retirar de 80 a 100 refugiados civis de Azovstal em Mariupol, depois de várias operações fracassadas. Kiev descreveu a operaçãoi como a mais difícil desde que a guerra começou, há mais de dois meses.
No início da semana passada, o secretário-geral da organização, António Guterres, reuniu-se com o presidente russo, Vladimir Putin, de quem obteve “acordo de princípio” para envolver a ONU e o CICV na operação.
Guterres viajou depois para Kiev, a fim de acertar detalhes com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenski, e garantir que a ONU estava fazendo “tudo o que era possível” para conseguir a retirada dos civis da siderúrgica.
A Rússia lançou, em 24 de fevereiro, ofensiva militar na Ucrânia que já matou cerca de 3 mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.
A ofensiva militar causou a fuga de mais de 12 milhões de pessoas, das quais mais de 5,4 milhões para fora do país, de acordo com dados recentes das Nações Unidas.
A invasão russa foi condenada pela comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento à Ucrânia e o reforço de sanções econômicas e políticas a Moscou.
.
.
.
.
.
.
EBC
Leia também

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Indicado por Orlando Morando à Faculdade de Direito é alvo do Gaeco por corrupção e lavagem de dinheiro

Mulher salva homem preso nos trilhos segundos antes da passagem de trem no Paraná

Novo vazamento de gás no Centro de São Paulo acende alerta após tragédia no Jaguaré

James Rodríguez é criticado após interação com filha do presidente da Colômbia gerar repercussão

Novo vídeo de Maiara gera polêmica e preocupação entre os fãs

Ator de Jumanji e Top Gun Maverick é morto a facadas dentro de casa em Los Angeles

Flávio Bolsonaro pede afastamento de Moraes e questiona imparcialidade do ministro em caso ligado a Vorcaro

Moraes mantém restrição e nega pedido para ampliar visita de Nikolas Ferreira a ex-asseessor de Bolsonaro

PL desembolsa R$ 300 mil para escritório da ex-mulher do líder da legenda no Senado