A nova medida, baseada em relatório sobre falhas de triagem, impõe proibições totais e restrições parciais a diversos países

William Oliveira Publicado em 05/06/2025, às 10h08
Na noite da última quarta-feira (4), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, formalizou um decreto que restringe a entrada de cidadãos de 12 países no território americano e estabelece limitações parciais para outros sete.
A medida, segundo a administração norte-americana, busca proteger a segurança nacional e o bem-estar da população dos EUA frente a possíveis ameaças terroristas.
O decreto é fundamentado em um relatório divulgado em 9 de abril de 2025, que apontou graves falhas nos processos de triagem e verificação de cidadãos de diversas nações. Tais deficiências justificariam, de acordo com o governo, a adoção de proibições totais ou restrições parciais.
Em comunicado oficial, o governo enfatizou a importância de manter um rigoroso controle no processo de emissão de vistos. “É fundamental garantir que os estrangeiros autorizados a entrar no país não representem riscos à segurança dos americanos ou aos interesses nacionais”, destaca o texto.
Os países sujeitos à proibição total são: Afeganistão, Chade, Congo, Eritreia, Guiné Equatorial, Haiti, Irã, Iémen, Líbia, Mianmar, Somália e Sudão. Já as restrições parciais afetam cidadãos de: Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela.
A medida aplica-se apenas aos estrangeiros dessas localidades que estejam fora dos Estados Unidos no momento da publicação do decreto e que não possuam visto válido.
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