A Nova Zelândia deve reabrir as fronteiras aos turistas estrangeiros a partir de 30 de abril de 2022, informou o governo nesta terça-feira (23). O país ainda

Redação Publicado em 24/11/2021, às 00h00 - Atualizado às 06h47
A Nova Zelândia deve reabrir as fronteiras aos turistas estrangeiros a partir de 30 de abril de 2022, informou o governo nesta terça-feira (23). O país ainda é um dos que adota as mais rígidas regras de fechamento de fronteiras contra o coronavírus no mundo.
A ideia das autoridades neozelandesas é permitir somente a entrada de estrangeiros que estejam completamente vacinados contra a Covid-19 no fim de abril.
Antes disso, o governo vai reabrir a entrada para neozelandeses ou pessoas com visto de residência na Nova Zelândia — nem eles podiam voltar ao próprio país sem quarentena rígida e obrigatória. Isso ocorrerá em duas etapas: primeiro, em 16 de janeiro, para os que vivem na Austrália. Depois, em 13 de fevereiro, para os que estiverem em outros países.
Para todos os casos, além da vacina, será exigido um teste negativo para Covid-19 apresentado antes do embarque. Além disso, os viajantes terão passar por outro exame do coronavírus na chegada.

Com uma estratégia de “zero Covid”, com rígido fechamento, controle e quarentenas, a Nova Zelândia se manteve livre da doença durante a maior parte da pandemia.
No entanto, com a chegada da variante delta, considerada mais transmissível, o vírus começou a circular com mais força no país no segundo semestre de 2021, e o governo decretou um longo lockdown — que já está sendo retirado — e incentivou as pessoas a se vacinarem.
A Nova Zelândia vive a fase mais aguda no número de casos desde o começo da pandemia, com a média móvel em 186 novos registros por dia — pouco abaixo do pico de quase 200 novos diagnósticos diários na semana passada.
Graças ao alto controle dos casos, ao rastreio e ao avanço das vacinas — quase 70% da população já tomou as duas doses — o número de mortes não acompanhou a alta: a média móvel de óbitos pelo coronavírus estava em apenas uma por dia na segunda-feira (22), segundo a Universidade Johns Hopkins. Ao todo, apenas 40 pessoas morreram de Covid-19 no país.
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g1
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