A pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz) Margareth Dalcolmo foi redesignada membro do Expert Committee on

Redação Publicado em 08/02/2022, às 00h00 - Atualizado às 17h06
A pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Ensp/Fiocruz) Margareth Dalcolmo foi redesignada membro do Expert Committee on the Selection and Use of Essential Medicines, da Organização Mundial da Saúde (OMS). A informação foi divulgada hoje (8) pela Fiocruz, por meio de sua assessoria de imprensa.

Margareth Dalcolmo é a única brasileira a fazer parte do Comitê de Especialistas, integrado por 18 peritos de diversos países do mundo, que fazem recomendações à OMS para a aprovação de fármacos da Lista de Medicamentos Essenciais.
A pneumologista passou a integrar a lista em 2015, quando foi relatora da incorporação do novo esquema de tratamento da tuberculose. O novo mandato vai até 2026.
De acordo com a OMS, os medicamentos essenciais são aqueles que atendem às necessidades prioritárias de saúde da população e se destinam a estar sempre disponíveis nos sistemas de saúde, em quantidades e formas farmacêuticas adequadas, com qualidade assegurada e a preços que os indivíduos e a comunidade possam pagar.
As Listas Modelo de Medicamentos Essenciais da OMS servem como um guia para o desenvolvimento e atualização de listas nacionais e institucionais de medicamentos essenciais para apoiar a aquisição e fornecimento de medicamentos no setor público, esquemas de reembolso de medicamentos, doações de medicamentos e produção local de medicamentos.
A seleção do Comitê de Especialistas acontece com base em seus conhecimentos e experiência profissional, ao mesmo tempo em que garante um equilíbrio geográfico e de gênero equitativo, a fim de fornecer representação e experiência prática de todas as regiões do mundo e em todos os cenários de todos os níveis de renda, esclareceu a Fiocruz.
Margareth Dalcolmo explicou, por sua vez, que esse grupo tem a responsabilidade de se reunir para aprovar as submissões de fármacos ou produtos para serem incorporados à lista da OMS. “São pessoas de muita qualificação e me sinto extremamente honrada com o convite para mais um mandato”, afirmou a pesquisadora brasileira.
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Agencia BrasilOMS
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