Na celebração dos 80 anos do fim da Segunda Guerra, Lula se une a Putin em Moscou, reforçando os laços entre o Brasil e Rússia nas áreas de Ciência e Tecnologia

William Oliveira Publicado em 09/05/2025, às 10h53
Na data emblemática de 9 de maio, que marca os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se junta ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, em um evento de grande significado. A escolha desse momento coincide com a celebração da rendição da Alemanha nazista às forças soviéticas em 1945.
Lula, acompanhado da primeira-dama Janja Lula da Silva e de uma comitiva de ministros, assistirá ao tradicional desfile militar na Praça Vermelha, em Moscou. O evento carrega não apenas peso histórico, mas também representa uma oportunidade para o Brasil reafirmar sua posição na política internacional.
A visita do presidente brasileiro é vista como uma estratégia para demonstrar a autonomia da política externa do Brasil em meio a um cenário global complexo. Durante a estadia na Rússia, estão previstas reuniões e a assinatura de acordos nas áreas de Ciência e Tecnologia, reforçando os laços bilaterais entre os dois países.
Vale destacar que muitos líderes ocidentais decidiram não participar das comemorações, em razão da guerra entre Rússia e Ucrânia, que já dura mais de três anos. A ausência desses chefes de Estado evidencia as atuais tensões geopolíticas e destaca a decisão de Lula de marcar presença em um evento cercado de controvérsias internacionais.
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