No dia 20 de janeiro, autoridades, testemunhas brasileiras e especialistas internacionais se reúnem para reavaliar o Caso do ET de Varginha, após o anúncio de novos depoimentos sobre o ocorrido

William Oliveira Publicado em 10/01/2026, às 13h14 - Atualizado às 13h50
Uma coletiva de imprensa agendada para o dia 20 de janeiro de 2026, em Washington, nos Estados Unidos, deve trazer novos debates sobre o famoso Caso do ET de Varginha, um dos episódios mais emblemáticos da ufologia brasileira. O evento será realizado no National Press Club e promovido pelo documentarista norte-americano James Fox, conhecido por suas produções sobre OVNIs com grande alcance internacional.
Segundo a convocação oficial, a coletiva contará com a presença de testemunhas brasileiras, especialistas em fenômenos aéreos e representantes do Congresso dos EUA. Um dos destaques será o depoimento de um neurocirurgião brasileiro que afirma ter tido contato direto com uma entidade não humana em um hospital de Varginha, logo após a queda de um objeto voador não identificado em 1996. Pela primeira vez, ele declarará que o ser “não era deste planeta”.
O evento também revisitará relatos históricos, incluindo o avistamento da criatura por três jovens, a atuação das autoridades militares e do Corpo de Bombeiros na suposta captura de seres extraterrestres, e alegações de que destroços e entidades poderiam ter sido levados para os Estados Unidos.
Em 10 de janeiro de 1996, três jovens — Liliane e Valquíria Silva e Kátia Xavier — relataram ter visto uma criatura estranha em um terreno baldio em Varginha (MG), com pele marrom e viscosa, olhos vermelhos e três protuberâncias na cabeça. O episódio resultou em intensa movimentação militar, isolamento de áreas e mobilização do Corpo de Bombeiros, e rapidamente ficou conhecido como o “Roswell brasileiro”.
O policial Marco Eli Chereze, envolvido na suposta captura, morreu algumas semanas depois, possivelmente em decorrência de uma infecção ligada ao contato com o ser desconhecido, segundo pessoas envolvidas com o ocorrido.
As autoridades mantiveram uma postura cética: o inquérito militar do Exército concluiu que não havia evidências de contato extraterrestre, sugerindo que as testemunhas confundiram um morador local, conhecido como Mudinho, com a criatura alienígena.

Apesar das explicações oficiais, o Caso Varginha permanece vivo no imaginário popular, consolidando o “ET de Varginha” como ícone cultural que mistura curiosidade científica e folclore contemporâneo.
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