Ministros do G7 alertam sobre consequências econômicas para a Rússia se não houver cessar-fogo imediato na Ucrânia

Gabriela Thier Publicado em 14/03/2025, às 15h58
Recentemente, os ministros das Relações Exteriores do G7se reuniram na localidade de La Malbaie, em Québec, com o objetivo de abordar questões cruciais relacionadas à segurança global, especialmente no que diz respeito à proteção da Ucrâniacontra potenciais novas agressões. Durante a cúpula, os representantes discutiram a viabilidade de implementar novos limites para os preços do petróleo e também a possibilidade de oferecer suporte adicional ao governo ucraniano.
Os ministros não hesitaram em advertir a Rússia sobre as consequências que poderão surgir, incluindo novas sanções econômicas, caso o país não concorde em estabelecer um cessar-fogo imediato. Essa postura reflete uma determinação coletiva entre os membros do G7 em garantir uma resposta robusta às ações da Rússia na região.
A elaboração de uma declaração final que sintetizasse as posições dos países presentes revelou-se um desafio considerável, com divergências notáveis sobre temas variados, como a situação na Ucrânia, os conflitos no Oriente Médio e a abordagem dos Estados Unidos em relação à China. O rascunho da declaração final reafirma o compromisso dos países com a ajuda humanitária em Gaza e enfatiza a necessidade de um cessar-fogo sustentável entre Israel e Hamas, além de destacar a importância de criar um "horizonte político" para o povo palestino.
Além disso, o Irã foi apontado como uma "fonte de instabilidade" no Oriente Médio, com os ministros do G7 condenando suas ações coercitivas que têm contribuído para a desestabilização da região. O documento resultante também aborda a situação nas áreas costeiras da Síria, enfatizando a importância de responsabilizar aqueles que estão envolvidos em ataques contra civis inocentes.
No contexto do Indo-Pacífico, os ministros manifestaram sua preocupação em relação à estabilidade no estreito de Taiwan. Eles condenaram as ações provocativas dirigidas contra embarcações das Filipinas e do Vietnã no mar do Sul da China, reiterando a necessidade de preservar a paz e a segurança nessa região estratégica.
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