Ministério Público confirma envio do caso à Justiça; lateral nega as acusações e afirma que processo é “injusto”.

Redação Publicado em 24/02/2026, às 11h33
O lateral-direito Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain, será julgado em Paris por acusações de estupro, conforme confirmado pelo Ministério Público de Nanterre e pela defesa do jogador. O caso, que começou com uma denúncia em fevereiro de 2023, pode ter consequências significativas para a carreira do atleta.
Hakimi, que nega as acusações, afirma que a decisão de levá-lo a julgamento é injusta e espera que a verdade seja revelada no processo. A legislação francesa prevê penas de 15 a 20 anos de prisão para o crime de estupro, podendo chegar a 30 anos em casos agravados.
A defesa de Hakimi sustenta que não houve crime e que os detalhes serão esclarecidos durante o julgamento, cuja data ainda não foi divulgada. O caso também reacende discussões sobre a responsabilidade de figuras públicas e o tratamento de denúncias de violência sexual na Europa.
O lateral-direito Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain, será julgado em Paris por acusação de estupro. A informação foi confirmada pelo Ministério Público de Nanterre e pela defesa do jogador à agência AFP.
O caso remonta a fevereiro de 2023, quando uma mulher de 24 anos registrou denúncia contra o atleta. Desde então, Hakimi vinha sendo investigado pelas autoridades francesas.
O que diz a defesa
Hakimi, de 27 anos, nega as acusações. Em manifestação pública, afirmou que a decisão de levá-lo a julgamento é injusta e declarou que aguarda o processo com tranquilidade para que “a verdade venha à tona”.
A defesa sustenta que não houve crime e que os fatos serão esclarecidos durante o julgamento. Até o momento, a Justiça francesa não divulgou a data de início da audiência.
Peso do caso
Pela legislação francesa, o crime de estupro pode resultar em pena de 15 a 20 anos de prisão, podendo chegar a 30 anos em situações agravadas.
O julgamento ocorre enquanto Hakimi vive um dos momentos mais relevantes da carreira. Considerado um dos melhores laterais-direitos do futebol mundial, ele terminou entre os finalistas da Bola de Ouro em 2025 e é peça central da seleção do Marrocos.
A repercussão do caso ultrapassa o esporte e reacende debates sobre responsabilidade de figuras públicas e o tratamento de denúncias de violência sexual na Europa.
O processo seguirá sob a condução da Justiça francesa.
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