
por Marauê Carneiro
Publicado em 13/02/2026, às 14h40
Localizada na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 4917, na região do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, a Serena Cafeteria vem se transformando em um dos principais pontos de encontro do ecossistema de tecnologia e empreendedorismo da cidade.
Mais do que uma cafeteria, o espaço tornou-se um hub ativo de inovação. Apenas no último ano, foram mais de 80 eventos realizados e 4.600 pessoas passaram presencialmente pelo local, entre desenvolvedores, fundadores de startups, investidores, universitários e executivos de grandes empresas.
A iniciativa tem como uma de suas forças a presença da NewHack, primeira residente do espaço. Idealizada por Rodrigo Terron, empreendedor e cofundador da NewHack, a proposta é transformar a Serena em um ambiente permanente de criação, articulação e desenvolvimento de negócios.
A visão por trás do projeto é clara: criar um ponto de referência físico para o ecossistema de tecnologia brasileiro — algo comum em polos globais de inovação, mas ainda raro no Brasil.
“A gente vê como essencial ter um lugar de referência para o empreendedor e para o desenvolvedor, onde acontecem grandes encontros e conexões reais. Um café pode ser muito mais do que consumo — pode ser um catalisador de negócios.” — Rodrigo Terron, cofundador da NewHack
A inspiração veio de experiências internacionais vividas por Terron no Venture Café, ligado ao MIT, em Boston, e nos encontros recorrentes em cafés do Vale do Silício, na Califórnia. A proposta é trazer esse conceito para São Paulo: um ambiente que une café, comunidade e negócios em um mesmo espaço.
Entre as iniciativas fixas do espaço está o “Quarta no Serena”, encontro semanal que reúne a comunidade de tecnologia e empreendedorismo em um formato aberto e recorrente.
Além disso, o espaço promove as Open Class, palestras e encontros voltados à troca de conhecimento entre empreendedores e desenvolvedores.
Grande parte da programação é divulgada no calendário da NewHack. Mesmo fora dos eventos oficiais, o fluxo espontâneo de fundadores e desenvolvedores transforma o local em ponto de articulação diária.
A Serena já foi palco de iniciativas promovidas por grandes organizações de tecnologia e inovação, como:
O espaço também recebe universitários de diversas instituições e mantém conexão ativa com ligas de empreendedorismo, ampliando o impacto para além do mercado já estabelecido e incentivando a formação de novos talentos.
Aberto ao público e em operação regular de segunda a sábado, o Serena combina o fluxo espontâneo de empreendedores que utilizam o espaço como ponto de trabalho e reunião com uma agenda estruturada de eventos semanais.
A proposta é clara: consolidar o Serena como um hub físico que gera conexões estratégicas em um ecossistema que cresce rapidamente no Brasil.
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