Planalto, Congresso e lideranças estaduais aceleram articulações enquanto novos episódios ampliam a tensão política

por Leandro Mazzini
Publicado em 08/07/2026, às 12h16
É a eleição
Um atento observador notou que o presidente Lula da Silva (PT), afeito a se meter em assuntos internacionais sempre na tentativa de ser aclamado pacificador, há meses não fala um “a” sobre a guerra, tampouco sobre o Governo da Rússia, um dos grandes clientes das multinacionais brasileiras, nem sobre o Governo de Benjamin Netanyahu, em Israel, outro grande cliente daqui. Lula foi muito bem orientado a segurar a língua, diante do approach que os Bolsonaro têm com Israel, por exemplo. Quando se meteu a falar, deu no que deu: críticas e mídia negativa para todo lado.
Olheiros
O clima pré-eleitoral é tão quente em Curitiba, ao contrário do tempo frio da cidade, que todo pré-candidato, com exceção do líder Sergio Moro (União), quer ser o indicado do governador bem avaliado Ratinho Junior (PSD). O caso é tão latente que expoentes do TRE e da promotoria eleitoral passaram a fazer pente fino nas perguntas das pesquisas realizadas nas ruas.
De casa
O líder da minoria na Câmara, deputado Gustavo Gayer (PL-GO), avalia reunir assinaturas para convocar os presidentes da Caixa, Carlos Vieira, e da FUNCEF, Ricardo Pontes, respectivamente. A pauta é a nomeação de Fabiano Alves, ligado à família de Vieira, como Gerente de Investimentos da Fundação.
Hein!?
Ex-vice-presidente e conhecedor a fundo das relações militares entre as nações, o senador Hamilton Mourão (Rep-RS) ficou intrigado com a fala do chanceler Mauro Vieira sobre o risco de invasão americana no Brasil, atrás de faccionados. Mourão apresentou requerimento para Vieira explicar isso pessoalmente na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, onde o chanceler sempre evita aparecer.
Corre, Mauro
O ex-governador Mauro Mendes, do Mato Grosso, pode não ser eleito senador. A grita vem de gente aliada. “Ele acorda raivoso e batendo nos adversários de graça”, diz um amigo. Aliados lembram que ele pode se tornar um Dante de Oliveira, o famoso que ficou em casa, não pediu votos e perdeu a eleição. Os mesmos apontam que Virgínia Mendes, candidata a deputada federal, e Otaviano Pivetta, o atual governador, correm esse risco.
Ligações
Tem muita história mal contada nessa toada da ascensão do Banco Master via CredCesta, o programa de consignados do Governo da Bahia que alavancou o caixa de Daniel Vorcaro. A “Revista Piauí” citou a advogada Lia Frank, que atuou na defesa do Master, convocada pela banca de Eugênio Kruschewsky, que levou R$ 54 milhões do banco. Ela vem a ser irmã do desembargador Roberto Frank, do TJBA.
Leia também

SP terá rodízio de veículos suspenso por dois dias devido ao feriado da Revolução Constitucionalista

Técnico do Egito aciona protocolo antirracismo da FIFA e leva cartão amarelo após gesto

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Homem é lançado do 12º andar durante tornado na China e sobrevive; tempestade deixa mortos e centenas de feridos

EXPLÍCITO: MC Mirella apela com vídeo de sexo para promover OnlyFans; assista

Caminhão com 12 toneladas de café roubadas é recuperado pela GCM em Aguaí

Avião da Seleção volta ao Brasil com apenas Danilo e vira símbolo da crise após queda na Copa

Disputa eleitoral intensifica pressão nos bastidores de Brasília

EUA dizem que nenhum militar ficou ferido após ataques do Irã contra bases no Golfo

Brasil vence o Japão de virada e se aproxima da fase final da Liga das Nações de vôlei feminino