Ministra do Meio Ambiente foi vencida por aliados do governo e pela Petrobras

por Leandro Mazzini
Publicado em 28/05/2025, às 12h29
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, dançou no cargo. O prazo de validade é janeiro de 2026, conforme circula entre portas de colegas da Esplanada. Ela perdeu o embate com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e com a Petrobras, mesmo amparada por um forte pool de ONGs internacionais e pelos financiadores do Fundo da Amazônia. Marina foi voto vencido, e com aval discreto do presidente Lula da Silva, contra a exploração de petróleo na foz do rio Amazonas, no alto-mar no Amapá. Haverá ainda um demorado processo de licenciamento ambiental, mas sob nova caneta na pasta. Pesou a situação paupérrima do Amapá, que precisa de dinheiro extra para se desenvolver. Marina fica no cargo por causa da COP30 em Belém – cujo Estado também será superbeneficiado e para onde devem ir muitas sedes de petroleiras e empresas da cadeia de exploração e distribuição do óleo.
Há um movimento de revolta silenciosa entre delegados e agentes da Polícia Federal sobre o (longo) atraso de reembolso de diárias do pessoal em operações de campo e viagens oficiais. Ocorre em algumas Superintendências – cujos diretores temem cobrar abertamente do DG Andrei Rodrigues. Pela regra, acredite, leitor, os policiais pagam seus custos em muitas viagens a trabalho, para depois receberem.
Há movimento na Câmara de cobrar a presença da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, para explicar investimentos de US$ 39,2 bilhões em 13 novos sistemas de produção de óleo e gás no pré-sal – três vezes mais do que já se gastou com os mesmos campos. O deputado Júlio Lopes (PP-RJ) capitaneia o grupo em requerimento.
Uma carta da empresária do turismo rural paranaense Denise Fertonani chegou a entidades em Brasília. Alerta para a posição contrária de guias e de representantes do trade local ao PL nº 02/2021, “que propõe alterar o Estatuto da Cidade para assegurar o livre acesso irrestrito a montanhas, paredes rochosas, praias, rios, cachoeiras” etc. Eles temem pela depredação de locais turísticos e históricos sem o devido controle de acesso.
A Comissão de Relações Exteriores do Senado vai debater o comércio exterior após o tarifaço do presidente americano Donald Trump. O embaixador Rubens Barbosa e o ex-diretor-geral da OMC Roberto Azêvedo serão ouvidos. Destaque para presença do ex-presidente do Banco do BRICS, Marcos Troyjo, diplomata e economista conceituado na Ásia e EUA (prof. da Columbia Uni), que Lula da Silva substituiu por Dilma Rousseff.
O Senado realizaria ontem audiência pública para tratar da situação dos brasileiros no exterior. Inicialmente, a ideia era tratar das deportações de Donald Trump, mas ao se depararem com dezenas de deportações patrocinadas por Joe Biden, sem que houvesse queixas do Governo do Brasil, houve recuo. Brasileiros: O evento tratou então de comunidades brasileiras no exterior e suas demandas.
#Domino’s lança projeto para contratação de refugiados em parceria com o Instituto Adus. #Probiótica lança rebranding para acompanhar transformação do mercado. #Limppano reduz 2.400 T de carbono com energia limpa e iniciativas sustentáveis. #Rita Cortez, presidente do IAB, lança em Brasília livro sobre justiça e ética feminina. #Método Telecom é a nova integradora da NICE no Brasil. #Patrícia Fairon apresenta até 7/6 exposição "Natureza Fantástica", no Centro Cultural Correios, RJ.
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