O lugar será chamado de 'tenda de sobriedade'

Vitória Tedeschi Publicado em 14/10/2022, às 18h37
Nesta sexta-feira (14), a organização da Copa do Mundo do Qatar divulgou a criação de uma zona especial para torcedores bêbados ficarem sóbrios. Os lugares chamados 'tendas de sobriedade' serão montados pelo governo local, com aval da Fifa, como anunciado por Nasser Al Khater.
"Existem planos para deixar as pessoas sóbrias se houver excessos no consumo de bebidas. Este será um lugar para garantir que eles se mantenham seguros e não prejudiquem ninguém" disse o diretor-executivo da Copa do Mundo do Qatar, à 'Sky Sports'.
Vale lembrar que no Qatar, a venda e o consumo de bebidas alcoólicas nas ruas é crime passível de prisão. No entanto, o país-sede teve que adaptar suas regras durante o período do torneio e a venda de álcool nas ruas acontecerá no entorno dos estádios. As fan zones também terão a comercialização de bebidas alcoólicas.
Além das bebidas alcoólicas, Al Khater abordou outros temas polêmicos na entrevista à Sky News. O diretor-executivo garantiu que ninguém será punido por leis anti-LGBTQIA+ vigentes no Qatar.
"Tudo o que pedimos é que respeitem a nossa cultura. Enquanto as pessoas não fizerem nada que machuque outras pessoas, destrua propriedade pública, e se comportem de uma maneira que não seja perigosa, todos são bem-vindos", declarou.
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Caminhoneiros iniciam paralisação para pressionar Senado por votação da MP do Frete

Virgínia passa mal, faz teste de gravidez e revela resultado

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação