Aproxima-se a reedição da final da Copa LPF. No sábado (11), às 14h, o Dracena enfrenta o Barão, em Ribeirão Preto, pela sétima rodada da Liga Paulista de

Redação Publicado em 09/09/2021, às 00h00 - Atualizado às 14h38
Aproxima-se a reedição da final da Copa LPF. No sábado (11), às 14h, o Dracena enfrenta o Barão, em Ribeirão Preto, pela sétima rodada da Liga Paulista de Futsal. Na última vez que as equipes se enfrentaram, há cerca de dois meses, os dracenenses perderam o título nos pênaltis para o rival, depois de ficarem à frente no placar até 31 segundos antes do fim do tempo regulamentar.
Com um adversário pela frente que traz lembranças amargas, como está o clima entre os jogadores? A preparação está sendo diferente? O fixo e capitão Paulo Victor respondeu às perguntas.
– Temos que fazer com que a semana de trabalho seja a mesma. Não ficamos comentando muito. Mas eu acredito, ao menos eu vejo assim, que quando o jogo começa, lá dentro de quadra, a vontade de vencer é ainda maior. Claro que estamos engasgados. Ninguém gosta do rótulo de freguês. E, ainda, temos que conservar um bom psicológico pensando no restante da competição.

Paulo Victor garantiu a mesma preparação para confronto com adversário indigesto, mas time engasgado — Foto: Lucas Mello / Dracena Futsal, Divulgação
Os dracenenses jogaram na última terça-feira (7) em São Bernardo do Campo e pela primeira vez não venceram na Liga. Empataram por 3 a 3 com o Jacareí, que está na parte de baixo da classificação. Depois da viagem de quase 700km, a equipe treina na tarde desta quinta-feira (9) e na manhã desta sexta (10) no Ginásio Alaor Ferrari. Os cerca de 470km até Ribeirão Preto serão percorridos após o almoço da véspera do confronto.
Acostumado a uma diferença de aproximadamente uma semana entre um confronto e outro no início da competição, o Dracena tem pela segunda vez seguida somente quatro dias para digerir um resultado e entrar em quadra novamente. Teria sido esse um colaborador para o fim dos 100% de aproveitamento?
– Não vejo carga. Acredito que não foi uma questão de sentir a rotina. Mas algo circunstancial mesmo, algo daquele jogo. Cometemos erros. Tivemos a chance de matar o jogo, e eles foram eficientes nas oportunidades que tiveram.
– É uma competição disputada, que não dá muita chance para errar. Mas acho que a principal mudança é esquecer o que passou e focar no duelo com o Barão. Então, a principal mudança é isso, focar no resultado do próximo jogo.
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Globo Esporte
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