O São Paulo entregou o caso Daniel Alves aos seus departamentos jurídico e financeiro. Significa que haverá negociação para o acerto da rescisão contratual, o

Redação Publicado em 14/09/2021, às 00h00 - Atualizado às 13h12
O São Paulo entregou o caso Daniel Alves aos seus departamentos jurídico e financeiro. Significa que haverá negociação para o acerto da rescisão contratual, o que inclui o pagamento dos R$ 11 milhões admitidos pela presidência como dívida e dos próximos dezesseis meses restantes do contrato, assinado até dezembro de 2022.
Ou seja, haveria mais dezesseis meses de salários a receber, dois décimos-terceiros salários e quatro parcelas trimestrais de luvas. Perto de R$ 20 milhões a receber pelo futuro, além da dívida já admitida.
Ocorre que Daniel não cumpriu o contrato e mandou recado por seus representantes que não iria mais trabalhar. O que dá margem a interpretações diferentes de acordo com cada advogado, os do clube e os do atleta.
Daniel Alves no São Paulo: da lua de mel ao fim traumático
A discussão pode levar tempo e pode não haver datas suficientes para inscrevê-lo até 24 de setembro, quando terminam as inscrições para a Série A. Mas há uma alternativa: medida liminar.
Resta saber o que Daniel fará. Se haverá acordo com algum clube, o Flamengo, por exemplo. E se quererá ir para o litígio.
Claro que isto só acontecerá se houver avanço em alguma negociação. Marcos Braz fala apenas que o Flamengo está atento ao mercado. Daniel tem seis jogos e, por isso, pode ainda jogar o Brasileirão por outro clube. Mas não pode se transferir para os grandes campeonatos da Europa. Fora do Brasil, restariam os mercados dos Estados Unidos e Oriente Médio.
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