Djidja Cardoso foi encontrada morta em sua casa na manhã de terça-feira (28)

Manoela Cardozo Publicado em 04/06/2024, às 14h06
Poliana Cardoso, prima de Djidja Cardoso, revelou detalhes trágicos dos últimos dias de vida da ex-sinhazinha do Boi Garantido.
Segundo o Metrópoles, Poliana explicou que Djidja estava usando fraldas devido ao uso excessivo de cetamina (também conhecida como ketamina), droga consumida junto com seus familiares.
Poliana acrescentou que outros parentes não conseguiram prestar socorro a Djidja, pois a mãe, Cleusimar, e o irmão, Ademar, não permitiam o acesso à casa onde viviam e consumiam a substância.
Djidja Cardoso, de 32 anos, foi encontrada morta em sua casa no final do mês passado, em Manaus, capital do Amazonas. Ela era uma figura conhecida no estado por ter representado a personagem sinhazinha do Garantido no Festival Folclórico de Parintins, onde desempenhou um papel central na encenação cultural.
Além disso, Djidja comandava uma rede de salões de beleza. Após sua morte, Ademar, Cleusimar e Verônica Costa, que gerenciava um dos salões de Djidja, foram presos. Eles são suspeitos de criar uma seita onde a cetamina era consumida. Ademar, irmão de Djidja, também enfrenta acusações de estupro.
Leia também

O fim da Ordem Mundial: 2026 e o retorno do "cada um por si"

Jovem de 23 anos é encontrado morto em casa na zona norte de São Paulo; ex-companheiro é procurado

As joias de Fabio Wajngarten, Pablo Marçal na Alesp e o junho violeta

Reação de menino que desenhou álbum da Copa do Mundo emociona após história viralizar

Racha entre caminhões termina em acidente com dez veículos na Ponte Aricanduva, Zona Leste de São Paulo

Falha técnica afeta circulação da Linha 11-Coral e causa alterações na operação da CPTM nesta sexta-feira

Racha entre caminhões termina em acidente com dez veículos na Ponte Aricanduva, Zona Leste de São Paulo

As joias de Fabio Wajngarten, Pablo Marçal na Alesp e o junho violeta

Flávio Bolsonaro aciona STF contra Lula após ser chamado de "traidor da pátria"

Governo estuda recorrer ao STF para barrar trechos de projeto que renegocia dívidas do agronegócio