Reflexões profundas sobre a vida e a morte são reveladas na carta psicografada de Leila Lopes

Manoela Cardozo Publicado em 20/01/2025, às 13h01
Uma mensagem atribuída ao espírito da atriz Leila Lopes, famosa por suas atuações em novelas da Rede Globo, causou comoção ao vir à tona na sexta-feira (09) de agosto de 2024. A carta psicografada foi divulgada no canal do YouTube "O Espiritualista", porém, o nome do médium responsável por recebê-la não foi revelado. A atriz, que faleceu em dezembro de 2009 após ingerir veneno para ratos, deixou uma carta de despedida que ainda circula na internet. Agora, suas supostas palavras pós-morte geram reflexões sobre sofrimento e arrependimento.
No início da psicografia, atribuída ao espírito de Leila Lopes, o relato traz uma forte confissão: “É com grande tristeza e arrependimento que venho compartilhar minha jornada após a passagem para o outro lado”. A mensagem segue com detalhes sobre a decisão que levou ao trágico desfecho: “A decisão de tirar minha própria vida foi tomada em um momento de desespero profundo. Um desespero que parecia devorar minha alma”. A atriz descreveu como a fama ocultava sua dor: “Sufocando qualquer esperança à fama. Os aplausos e o brilho dos holofotes que envolviam minha existência pública, eram na verdade um véu que escondia uma dor intensa”. Ela falou ainda sobre a solidão que a consumia: “Uma solidão esmagadora que carregava em meu coração no silêncio das noites quando as cortinas caíam e o mundo lá fora dormia”.
A psicografia continua revelando a desilusão após o suicídio: “Quando tomei aquela decisão trágica [tomar veneno de ratos] esperava encontrar o alívio final uma paz que minha alma ansiava desesperadamente”. Contudo, ao despertar do outro lado, a experiência foi angustiante: “Contudo, ao fechar meus olhos para o mundo, despertei em um lugar de sombras e tristeza”. Ela descreveu o umbral como um ambiente de escuridão e sofrimento: “Este lugar conhecido como umbral, é uma região onde escuridão parece ter vida própria alimentando-se das angústias e do desespero daqueles que como eu chegaram aqui em busca de um refúgio, mas encontraram apenas mais dor”.
A sensação de desorientação, segundo a mensagem, era constante: “Envoltas em uma bruma densa que obscurecia qualquer vislumbre de esperança. Os sons antes familiares, tornaram-se abafados quase inexistentes”. O relato expôs ainda a amplificação de suas dores: “O peso da minha própria tristeza agora amplificada. Tornou-se quase insuportável cada pensamento de dor, cada lembrança dos meus momentos mais sombrios se materializava diante de mim”.
Por fim, o espírito relatou que, com o tempo, a dor deu lugar ao arrependimento e à saudade das oportunidades perdidas em vida.
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