Carta psicografada revela detalhes sobre o crime cometido por Suzane Von Richthofen

Manoela Cardozo Publicado em 04/04/2025, às 08h00
Uma suposta carta psicografada atribuída a Marísia von Richthofen, mãe de Suzane von Richthofen, trouxe novas revelações sobre o caso que chocou o Brasil. A mensagem teria sido recebida pela sensitiva Érica Dias no dia 29 de setembro de 2021, durante uma tiragem de cartas para o jornalista Roberto Cabrini. Segundo a médium, o espírito de Marísia teria aparecido e enviado um recado para a filha.
O casal Manfred e Marísia von Richthofen foi brutalmente assassinado dentro de sua mansão no dia 31 de outubro de 2002. O crime foi orquestrado por Suzane, que contou com a ajuda dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos para executar os próprios pais. A repercussão do caso foi nacional e, anos depois, ainda desperta interesse.
Na mensagem psicografada, Marísia teria pedido que Suzane buscasse um caminho de luz e evitasse se tornar um espírito obsessor. "A mãe de Suzane apareceu para mim, estava na luz, pediu que eu transmitisse para a filha a mensagem, que deveria pegar os caminhos corretos, andar no caminho da luz e não virar um espírito obsessor, um espírito sem luz e não se torne um obsessor de outras pessoas", teria revelado a sensitiva.
Além disso, a matriarca afirmou que perdoou a filha pelo crime que planejou. "Mesmo diante de tudo o que aconteceu, a mãe disse perdoar a filha, tudo foi perdoado e ela alcançou a luz, avisa que está bem", relatou Érica Dias.
A suposta carta também continha um alerta sobre Andreas Albert von Richthofen, irmão de Suzane. "Mas avisa que seu filho, irmão de Suzane, vai ter um problema no pulmão e mostra um cigarro, pede que a irmã se aproxime do irmão e fique mais próxima dele", teria afirmado Marísia.
Outro ponto impactante da mensagem foi a menção a uma quarta pessoa envolvida no crime. A sensitiva relatou que Marísia teria mencionado a participação de uma mulher com cabelo preto e comprido. "Sabe que Suzane amava a mãe e diz que não teve somente os envolvidos no crime, teria uma outra mulher do cabelo preto e comprido até o ombro e diz que um papel vai aparecer e trazer uma reviravolta no caso, diz que se passou muito tempo, mas que no plano espiritual esse muito tempo são dois dias", afirmou.
Condenada pelo assassinato dos pais em 2006, Suzane von Richthofen conseguiu progressão para o regime semiaberto em 2015. Em 2016, saiu do presídio pela primeira vez em uma saída temporária. Já em janeiro de 2023, a Justiça concedeu sua progressão para o regime aberto, permitindo que cumprisse o restante da pena em liberdade.
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