Diário de São Paulo
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Vida Após a Morte

Carta psicografada de Dinho, dos Mamonas, revela verdadeiro culpado pelo acidente que tirou a vida da banda

Mensagem espiritual de Dinho foi recebida quase três décadas após a tragédia aérea

Suposta carta psicografada de Dinho, vocalista dos Mamonas, fala sobre reencarnação e acidente
Mensagem atribuída a Dinho reacende debate sobre espiritualidade e reencarnação - Imagem: Reprodução/Instagram

Manoela Cardozo Publicado em 23/06/2025, às 10h41


Completaram-se 29 anos do trágico acidente aéreo que tirou a vida dos cinco integrantes dos Mamonas Assassinas, incluindo o vocalista Dinho, aos 24 anos. A tragédia marcou profundamente o país e ainda ressoa na memória dos brasileiros, principalmente dos fãs da irreverente banda que fez sucesso meteórico na década de 1990.

Naquela noite, um jato Learjet 25D transportava o grupo de Brasília para Guarulhos, em São Paulo, quando colidiu com a Serra da Cantareira. Além dos músicos, o acidente também vitimou o piloto, o copiloto e um segurança. O impacto causou comoção nacional e deu início a um luto coletivo por uma das bandas mais populares do país na época.

Mesmo passadas quase três décadas, o assunto ainda gera repercussão. Este ano, uma suposta carta psicografada atribuída a Dinho foi divulgada pelo canal Espiritualista no YouTube. A carta, de acordo com os responsáveis pela publicação, teria sido escrita por meio da mediunidade, prática comum no espiritismo, que acredita na comunicação entre vivos e espíritos.

Na mensagem, o espírito de Dinho relataria detalhes sobre sua passagem para o plano espiritual e a experiência após a morte. “Estou em uma chácara cercada de natureza e pássaros. Sou um espírito infantil de 5 anos. Eu sei que muito em breve reencarnarei. Mas, amo este lugar”.

O conteúdo psicografado também aborda o momento do acidente: “Peço para não se assustarem. E também não buscarem por uma terceira pessoa para justificar a minha vinda a este plano, pois era a hora tanto minha como dos demais integrantes”.

O relato, se verdadeiro, reforça a visão de que o destino do grupo já estava selado: “o destino já estava traçado”. Ainda segundo o texto, Dinho teria sentido uma “dor intensa” no instante da colisão, mas alcançado a paz ao viver novos aprendizados em outra dimensão.


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