Luiz Marinho já havia se posicionado contra a modalidade

Nathalia Jesus Publicado em 14/05/2023, às 17h11
Neste domingo (14), Luiz Marinho, atual ministro do Trabalho, voltou a defender o fim do saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No entanto, admitiu que qualquer mudança no setor deve acontecer somente no segundo semestre.
A declaração do ministro aconteceu durante a feira comemorativa do Movimento Sem Terra (MST), no Parque da Água Branca, em São Paulo.
“Nós estamos estudando, discutindo com as lideranças, com o ministro Padilha [Relações Institucionais], que coordena as ações junto ao Congresso Nacional, para ver o momento de encaminhar essa medida, para submeter à apreciação do parlamento, mas devemos fazer isso no segundo semestre”, disse Marinho.
Na ocasião, o ministro também lembrou que será necessário um Projeto de Lei para alterar a medida.
Para Marinho, o saque-aniversário ocasiona em um enfraquecimento do FGTS como fundo de garantia e de investimento em habitação, saneamento e infraestrutura.
De acordo com informações da CNN, o ministro ainda afirmou que os trabalhadores que aderem à modalidade do saque-aniversário passam por um "verdadeiro castigo", por não poderem sacar o saldo do FGTS em caso de demissão sem justa causa.
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