A São Paulo Transportes (SPTrans) informou que vai entrar com uma ação na Justiça de São Paulo para pedir que o Sindimotoristas seja responsabilizado pelo

Redação Publicado em 15/06/2021, às 00h00 - Atualizado às 07h49
A São Paulo Transportes (SPTrans) informou que vai entrar com uma ação na Justiça de São Paulo para pedir que o Sindimotoristas seja responsabilizado pelo protesto que interrompeu a circulação de 33 linhas de ônibus e interditou as vias na região do Terminal Dom Pedro 2º, no Centro de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (14).
O Sindicato dos motoristas informou que não tem nenhuma ligação com o protesto e que condena ações violentas e de vandalismo. No entanto, a SPTrans entende que o sindicato participou das ações que ocorreram sem aviso prévio, como pede a legislação, e vai pedir que a polícia e o Ministério Público investigue os atos.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que o caso foi registrado como dano e paralisação de trabalho de interesse coletivo e que a SPTrans tem seis meses para entrar com uma representação criminal.
Segundo o sindicato dos motoristas, que nega relação com a manifestação, o protesto foi realizado por motoristas desempregados. A motivação ainda é desconhecida. Os ônibus danificados eram da mesma empresa, a Metrópole Paulista, que, até a última atualização desta reportagem, não se manifestou sobre o episódio.
Foram afetadas linhas das empresas Metrópole, Gato Preto, Ambiental, Sambaíba, Express, Via Sudeste, Mobi Brasil, KBPX, Campo Belo, Gatusa e Transpass.
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G1
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