O empresário Alexandre Pregnaca levou três anos e investiu R$ 1,5 milhão para chegar à fórmula do "café sólido", lançado em abril do ano passado.

Redação Publicado em 14/06/2021, às 00h00 - Atualizado às 07h29
O empresário Alexandre Pregnaca levou três anos e investiu R$ 1,5 milhão para chegar à fórmula do “café sólido”, lançado em abril do ano passado.
O café vem de Minas Gerais até uma fábrica em Vila Velha, no Espírito Santo, onde é torrado, moído e processado com gordura vegetal. O gosto é o mesmo de um cafezinho, só que em vez de beber, a pessoa come. Em um ano, vendeu mais de 1 milhão de unidades.
“É uma massa que a gente consegue processar diretamente do grão de café arábica, preservando além de todo o aroma e sabor, toda a oferta nutricional do grão de café”, diz Pregnaca.
São três sabores: expresso, capuccino e café com leite, com ou sem açúcar. O preço para o cliente sai a R$ 7,50 a caixinha com dez unidades e também tem o creme de café.
A embalagem é de papelão reciclado e parte do faturamento vai para compensação ambiental. As vendas são pelo e-commerce e em mais de 200 pontos na região Sul e Sudeste.
“O segundo semestre a gente amplia isso para as demais regiões do Brasil e também já estamos em andamento com as negociações de exportação tanto para Europa, Estados Unidos e Ásia”, estima.
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G1
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