A Zona Azul de Fernandópolis está sendo disputada por oito empresas em uma licitação marcada pela polêmica e pela briga pelo faturamento que o estacionamento

Redação Publicado em 16/07/2018, às 00h00 - Atualizado às 11h50
A Zona Azul de Fernandópolis está sendo disputada por oito empresas em uma licitação marcada pela polêmica e pela briga pelo faturamento que o estacionamento rotativo pode gerar. A abertura das propostas será na próxima segunda-feira (16). Até um edital já foi suspenso por ordem do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O serviço era explorado há ano pelo Centro Educacional de Apoio, Desenvolvimento Social e Cultura (Ceads).
Após decisão do TCE, a Prefeitura não teve outra alternativa e agora quer acabar com um problema de falta de vagas para veículos na região central. O maior problema na cidade é que os locais que deveriam ficar disponíveis para clientes das lojas, na maioria das vezes são ocupados pelos próprios funcionários que deixam o veiculo o dia todo estacionados.
Pelo edital, a empresa vencedora terá prazo e dez anos para explorar os serviços de monitoramento eletrônico, exploração e fiscalização do estacionamento rotativo na região central da cidade. A vencedora ainda terá de implementar toda a mudança do sistema eletrônico. O valor da tarifa a ser cobrada será definida pela Prefeitura.
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