O Centro de Valorização da Vida (CVV) está em busca de voluntários para atuarem em São José Rio Preto (SP). A unidade precisa, com urgência, de pelo menos 60

Redação Publicado em 23/06/2017, às 00h00 - Atualizado às 14h04
O Centro de Valorização da Vida (CVV) está em busca de voluntários para atuarem em São José Rio Preto (SP). A unidade precisa, com urgência, de pelo menos 60 pessoas.
Qualquer pessoa pode se tornar um voluntário da instituição, basta ter tempo e disposição para ajudar no trabalho que é apenas o de ouvir. “O trabalho do CVV é voltado para atender, ouvir e compreender, sem julgamentos e preconceito, as pessoas que ligam precisando conversar e contar os problemas”, diz o voluntário e coordenador Francisco Garcia.
Ele diz que o voluntário precisa dedicar 4h30 do seu tempo semanalmente, carga cumprida de acordo com a disponibilidade da pessoa. “O tempo de trabalho quem faz é o voluntário, pode ser de manhã, à tarde ou à noite”, afirma.
Para os interessados em fazer parte do grupo é oferecido um curso de capacitação gratuito, que irá ajudar ao novo voluntário a ouvir o próximo de uma forma diferente, sem influências ou opiniões pessoais. O curso começa no dia 1º de julho, a partir das 14h, e será ministrado na sede do CVV, na rua Tiradentes, número 2266, no bairro Boa Vista. Os interessados podem se inscrever pelos telefones (17) 3233-4111 ou 141 ou pelo e-mail [email protected].
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Frente fria traz garoa e frio intenso para São Paulo nesta semana

VÍDEOS polêmicos de MC Pipokinha em site pornô horrorizam internautas

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação