
Flávio Perez Publicado em 21/10/2023, às 05h05 - Atualizado às 06h05
Olá, leitores do Diário de São Paulo. Hoje estreio minha coluna no Diário de São Paulo falando de um dos maiores eventos do automobilismo mundial que desembarca mais uma vez na capital paulista em março do ano que vem. A cidade foi confirmada como sede de uma das etapas da Fórmula E, um evento global de corrida de carros elétricos, que terá lugar no Sambódromo do Anhembi.
Os carros elétricos tornaram-se uma realidade em nossas estradas, e principalmente no caótico trânsito de São Paulo. É mais fácil ver um local para carregar um veículo e mais do que isso, as opções de híbridos já são muitas.
A Fórmula E é a manifestação esportiva dessa transformação, pois toda a tecnologia que aplica há 10 temporadas é jogada nas ruas. A bateria hoje dura mais, é mais leve, segura e custa cada vez menos! Esta modalidade de corrida não apenas demonstra o potencial da tecnologia de veículos elétricos, mas também enfatiza a importância de reduzir as emissões de carbono e promover um futuro mais limpo e sustentável.
A confirmação de São Paulo como sede para esta competição ressalta o compromisso do Brasil em abraçar veículos elétricos como parte de seu caminho para um futuro mais ecológico. Os paulistas não estão sozinhos nesta missão em 2024, que terá os chineses de Xangai e os ingleses de Londres, que fecham o campeonato.
Além de proporcionar um espetáculo esportivo, a corrida da Fórmula E - chamada de ePrix - alerta para os desafios significativos relacionados à poluição do ar e às mudanças climáticas. A promoção de carros elétricos e de tecnologias de baixa emissão é um passo vital na direção certa.
O Sambódromo do Anhembi, local emblemático da cidade, servirá como palco para esta corrida emocionante. Ano passado, os brasileiros Lucas di Grassi e Sérgio Sette Câmara não foram ao pódio, mas ajudaram a atrair bastante gente, com quase 20 mil pessoas no templo do carnaval. Quem brilhou foi a dupla de pilotos da Nova Zelândia.
O campeonato começa em janeiro na Cidade do México, e passa por Diriyah, na Árabia Saudita, Hyderabad, na Índia, antes de desembarcar em São Paulo. Os ingressos começam a ser vendidos nesta semana.
É muito diferente ver um carro, que é quase igual a um F1, a 320 km/h rasgando as ruas de São Paulo e quase sem barulho. Ficamos por aqui e voltamos na semana que vem com mais esporte por aqui.
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