
por Agenor Duque
Publicado em 05/07/2023, às 12h16
Em mais uma investida dos desocupados parlamentares esquerdistas, o pastor André Valadão foi alvo de acusações infundadas e distorcidas, evidenciando ainda mais a meta da esquerda em desacreditar a mensagem bíblica, amedrontar e silenciar os cristãos conservadores e, dar continuidade ao projeto de imposição tirânica das pautas globalistas no Brasil e no mundo.
Os políticos e a mídia progressista criaram um tipo de “rede inquisitória” que julga e condena quem ousa dizer qualquer coisa que os contrarie. Essa “rede”, mais uma vez acusa Valadão de homofobia, simplesmente por ensinar os fiéis de sua igreja sobre as verdades contidas na Bíblia, em uma tentativa nojenta de manchar a reputação de um líder religioso que, se estivesse no Brasil, segundo o artigo 5º, inciso VI da Constituição, estaria em seu pleno direito de liberdade de consciência e de crença. Porém, o pastor estava em sua igreja nos EUA (que também defende o livre exercício da fé) estando, portanto, sob a jurisprudência desse país.
Em resposta às acusações, o pastor gravou um vídeo reafirmando que não se calará diante da perseguição, ressaltando a importância de se levantar contra a agenda progressista que visa sufocar a liberdade religiosa e os ensinamentos da Bíblia. Com argumentos embasados nas Escrituras, o pastor destacou a necessidade de discernimento e expressão da verdade do Evangelho.
Aqueles que acusam o pastor de homofobia não entendem que sua mensagem foi fundamentada nos princípios divinos da Palavra do Deus de Gênesis, que destruiu a humanidade por causa do pecado e da imoralidade sexual e que continua sendo o mesmo hoje, com a diferença de que Ele estabeleceu uma aliança com a humanidade, representada pelo arco-íris, um símbolo de Sua promessa de nunca mais destruir a humanidade da mesma forma que no dilúvio.
É surpreendente como as pessoas distorcem contextos e criam narrativas falaciosas para promover uma agenda nefasta. Em momento algum o pastor incentivou violência ou morte, e sua mensagem foi clara e simples: que cabe a nós, cristãos genuínos, mostrar ao mundo com coragem, a vontade de Deus e conduzir as pessoas ao arrependimento, rejeitando nossa própria vontade e vivendo de acordo com a Bíblia. E aqueles que tentam enquadrar o pastor como homofóbico ou intolerante, estão distorcendo suas palavras e propagando uma narrativa que busca calar os que têm a Palavra de Deus como fundamento inabalável de sua fé.
O pastor André, assim como muitos outros pastores, não se baseia em ideologias políticas em suas pregações, mas sim nos princípios eternos estabelecidos nas Escrituras, e é lamentável como a esquerda sempre está disposta a atacar a honra de um líder que há anos tem impactado positivamente inúmeras vidas através do Evangelho. Esses militantes agem sem conhecer a profundidade da hermenêutica bíblica, distorcendo tudo conforme suas conveniências e demonstrando claramente que seu “analfabetismo bíblico” é intencional e tem como objetivo confundir e induzir o repúdio àqueles que Deus escolheu para pregar as verdades bíblicas.
Mas apesar da evidente perseguição, a Igreja deve permanecer unida e sem medo de levantar sua voz para defender a liberdade religiosa, a mensagem do Evangelho e os princípios inegociáveis da fé cristã. Não podemos nos calar diante das tentativas de censura e difamação daqueles que querem destruir o cristianismo para dar lugar ao projeto de poder global e maligno, aos quais políticos e mídia servem como massa de manobra.
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