
por Agenor Duque
Publicado em 01/06/2023, às 08h59
O caso de racismocontra o jogador brasileiro Vinícius Jr., no jogo Real Madrid x Valencia, em 21/05, foi um dos assuntos mais comentados da semana. Trata-se de mais um dos inúmeros casos de racismo no futebol, reincidentes não só na Espanha, como no mundo inteiro; inclusive o próprio jogador já havia passado por situação semelhante outras vezes.
Que pessoas que cometem atos racistas devem ser severamente punidas, nisso todos concordamos. O fato é que a repercussão no Brasilfez que o caso tomasse proporções gigantescas, e, obviamente, a mídia podre “ruminou” o assunto incansavelmente, mas quem está atento percebe que não passa de mais uma cortina de fumaça para desviar a atenção do povo e tirar os holofotes dos desastres desse (des)governo, já que nem a mídia, aliada de Lula, tem dado conta mais de maquiar a imundícia e as falcatruas da política comunista que hoje nos (des)governa.
Mas como a esquerda brasileira não consegue viver sem um bode expiatório para tudo, deixou Bolsonaro de lado um pouco e, desta vez, escolheu o senador Magno Malta que, ao comentar sobre o caso de Vini Jr., acabou não escolhendo as melhores palavras para expressar-se. O desejo de Magno não era apoiar o ato racista ou ofender o jogador, mas sim mostrar que a mídia estava reverberando em demasia o caso. E, apesar de o senador não ter sido perfeitamente adequado em suas colocações, sua real intenção era justamente o contrário do que a mídia maléfica e oportunista apontou com tamanha narrativa, acusando-o de racismo em seu discurso.
Magno Malta tem sido alvo de diversos ataques de representantes da esquerda e de sua querida e comprada mídia. No entanto, se fizermos uma análise cuidadosa do que foi dito pelo parlamentar, podemos perceber que suas palavras foram mal interpretadas e que a esquerda está usando essa situação para tentar desacreditá-lo. Tal estratégia faz parte do DNAda esquerda, que tem distorcido palavras e atitudes de vários representantes e líderes de direita conservadora de forma oportunista para desestabilizar, amedrontar, ridicularizar e dessa forma, tentar ganhar credibilidade perante a população. Mas em vez de promover um debate honesto e construtivo sobre o racismo para mostrar que “vidas realmente importam”, como sempre afirma, a esquerda tem preferido usar a retórica do vitimismo, das falsas narrativas e do uso destas para demonização dos seus adversários políticos.
As acusações de racismo contra Magno Malta são infundadas e baseadas em uma conveniente e deturpada interpretação de suas palavras. Vale lembrar que Magno Malta é um parlamentar com uma longa trajetória na defesa dos direitos humanos e da justiça social, sendo um incansável defensor das políticas públicas que promovem a inclusão social e econômica da população negra, da proteção contra abusos às crianças e, suas declarações devem ser avaliadas à luz desse histórico. Sem contar que o senador é filho de uma negra, tem uma filha adotiva negra e outra com síndrome de Down. Se ele fosse um racista, como a esquerda tanto afirma, estaria discriminando diretamente sua própria raça, da sua mãe e da menina que ele escolheu como filha, algo extremamente contraditório, não é mesmo? A esquerda e seus asseclas podem esbravejar, fomentar e articular o que quiser contra aqueles que foram eleitos para representar o povo cristão, mas finalmente quem conhece o coração e as intenções do ser humano, é Deus, “o qual recompensará cada um segundo as suas obras” (Romanos 2.6).
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