
por Agenor Duque
Publicado em 03/03/2024, às 08h06
Na nação brasileira, outrora marcada pela harmonia e respeito aos valores judaico-cristãos, vemos agora um espectro sombrio de intolerância que se levanta sobre nossa cabeça, guiado por figuras como o ex-presidiário e atual presidente, Lula, e seus fiéis comparsas, como José Genoíno, ex-líder do PT, cujas palavras e ações só servem para envergonhar os brasileiros.
As declarações repugnantes de Genoíno, incitando ao boicote de empresas de judeus aqui no Brasil são um flagrante ato de ódio racial: "Acho interessante essa ideia da rejeição, essa ideia do boicote por motivos políticos que ferem interesses econômicos, é uma forma interessante. Inclusive tem esse boicote em relação a determinadas empresas de judeus", disse Genoíno. Ouvir um líder político defender tal discriminação é um soco no estômago dos brasileiros de bem, que valorizam a igualdade, a justiça e os valores judaico-cristãos que estruturam a nossa sociedade.
Não podemos ignorar também o apoio vergonhoso de Lula à denúncia infundada contra Israel na Corte Internacional de Justiça. Ao alinhar-se com a África do Sul nesse processo, Lula mostra sua disposição em sacrificar os interesses do Brasil em nome de sua agenda ideológica maligna. Como podemos confiar em um líder que prioriza o ódio sobre a justiça, que compara a legítima defesa de Israel às atrocidades do Holocausto, que apoia uma denúncia injusta contra aqueles que nos estenderam a mão quando precisávamos e que sempre foi um país democrático e aliado do Brasil? Se até mesmo nossos representantes políticos se rendem ao discurso do ódio, quem defenderá os valores que tanto prezamos? Quem vai limpar a vergonha da desonra à Israel e quem vai garantir o nosso futuro?
Além de mover uma ação contra Genoíno, em janeiro, o deputado Kim Kataguiri em entrevista ao canal internacional i24News, denunciou o aumento do antissemitismo no Brasil, criticando a esquerda por se posicionar contra Israel, destacando que o país é uma ilha de democracia no Oriente Médio e lamentando a postura de Lula em votar contra Israel em fóruns internacionais, considerando--a vergonhosa. Kim destacou que a maioria do Parlamento brasileiro apoia Israel, e indicou que a posição do (des)governo atual não reflete a vontade popular.
A Conib (Confederação Israelita do Brasil) repudiou veementemente as declarações de Genoíno e alertou para o fato de que o antissemitismo é crime no Brasil, de acordo com nossa legislação. É inaceitável que políticos de destaque no Brasil se envolvam em discursos de ódio e incitação à discriminação racial contra Israel, e nosso dever é denunciar e não aceitar isso, pois está escrito nas Sagradas Escrituras: "Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem" (Gênesis 12:3), e nós não queremos maldição sobre o povo brasileiro por conta das falas repugnantes de nossos representantes.
Sob a liderança do ex-presidente Bolsonaro, o Brasil manteve uma postura amigável e solidária com Israel, reconhecendo e valorizando as contribuições do povo judeu para nossa nação e fazendo que nos orgulhemos de nossa amizade e parceria com Israel em diversas áreas, incluindo segurança e tecnologia. Portanto, devemos rejeitar firmemente essa onda de antissemitismo que ameaça corroer os fundamentos de nossa sociedade e reafirmar nosso compromisso com os valores judaico-cristãos que moldaram nossa civilização.
É momento de olhar para nosso passado e lembrar das lições dolorosas do Holocausto, quando o silêncio cúmplice permitiu a ascensão do mal. Não podemos permitir que a história se repita em nossa terra. Como cidadãos responsáveis, devemos defender a justiça, a igualdade e o respeito mútuo, rejeitando publicamente as palavras e ações da esquerda que busca dividir para enfraquecer.
Que o Brasil continue abençoando e honrando os judeus, e alinhado com nossos princípios e tradições mais nobres.
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