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A Esmagadora Vitória de Trump Contra Kamala Harris Deixa a Esquerda Surtada e Eleva o Dólar a Recordes no Brasil

Donald Trump. - Imagem: Reprodução | X (Twitter) - @AFPnews
Donald Trump. - Imagem: Reprodução | X (Twitter) - @AFPnews
Agenor Duque

por Agenor Duque

Publicado em 07/11/2024, às 07h39


Após uma disputa acirrada e uma intensa batalha eleitoral, Donald Trump retorna à Casa Branca como o 47º presidente dos Estados Unidos, derrotando a candidata democrata Kamala Harris de maneira decisiva e impondo uma derrota esmagadora à esquerda americana e global. Depois de muitos períodos de tensão, marcado por duas tentativas de assassinato e tentativas incessantes de desmoralizar o conservadorismo, sua vitória ressurge como uma prova da resistência dos valores conservadores, trazendo um alívio para aqueles que, ao redor do mundo, se sentem oprimidos pela agenda progressista.

Desde 2020, quando Trump foi derrotado por Joe Biden em uma eleição cercada de controvérsias e mistérios, a América enfrentou 4 anos de políticas marcadas pelo crescimento da inflação, crises energéticas e o enfraquecimento de sua posição global. Biden, junto a sua vice, Harris, conduziu o país com uma agenda que promoveu políticas progressistas amplamente criticadas. Logo com Harris na liderança democrata e uma campanha marcada pela radicalização das pautas progressistas, a situação se mostrou ainda mais ameaçadora aos olhos dos conservadores.

No entanto, a estratégia de Trump de reconquistar o apoio dos estados-pêndulo (aqueles que não possuem preferência política fixa e podem decidir o resultado da eleição) e de penetrar até nos estados onde tradicionalmente os democratas dominam, levou-o à vitória. Em estados-chave como Flórida, Ohio e Pensilvânia, Trump conseguiu uma vitória decisiva, invertendo o histórico de vitórias democratas. Esse retorno representa, para muitos, uma batalha espiritual, similar à que enfrentaram outros líderes conservadores perseguidos pelo establishment esquerdista. Exemplos disso foram Jair Bolsonaro, que sobreviveu a um atentado em 2018 e enfrentou ataques sistemáticos durante todo o seu mandato, e também Javier Milei, na Argentina, alvo de intensa oposição progressista.

A vitória de Trump, além de impactar os Estados Unidos, fortalece a direita mundial. O empresário Elon Musk, que tem expressado apoio aberto ao conservadorismo e às políticas pró-liberdade de expressão de Trump, celebrou a vitória, trazendo à tona a importância da liderança que a América precisa nesse momento. Líderes conservadores ao redor do mundo também reagiram positivamente: Bolsonaro, principal líder da direita brasileira, manifestou apoio e entusiasmo, indicando a força dessa aliança ideológica e pessoal entre ambos. Jair Bolsonaro e Trump não só compartilham de uma visão política como também são amigos próximos, com valores comuns que pretendem proteger as soberanias de suas nações. Ambos enxergam na vitória do conservadorismo um antídoto aos planos da esquerda global.

No Brasil, a indignação da esquerda com a vitória de Trump foi nítida. Veículos como a "Globolixo", fiel à agenda progressista, reagiram de forma colérica, enquanto jornalistas militantes tentavam desqualificar o novo mandato de Trump, enfatizando suas críticas. Do lado oposto, Bolsonaro e seus aliados de direita continuam a nutrir a esperança de um futuro retorno ao poder, ansiosos por seguir alinhados com Trump em uma agenda conservadora que preserve os interesses nacionais e valorize os princípios cristãos e familiares.

Líderes como Milei, na Argentina; Nayib Bukele, em El Salvador; Yoon Suk Yeol, na Coreia do Sul; Giorgia Meloni, na Itália; Zelensky, na Ucrânia; e Netanyahu, em Israel, todos celebraram a vitória de Trump. Essa coalizão de líderes conservadores vê nele um defensor dos valores cristãos e da liberdade no mundo, em oposição a uma agenda globalista que, em muitos casos, ameaça esses princípios. Porém no Brasil, o cenário ainda é preocupante: com um governo de esquerda que gasta sem limites e propõe uma política de interferência nas liberdades econômicas e civis junto ao “puxadinho do PT” (STF), e a situação do país é agravada pela ausência de Bolsonaro no poder.

Para o Brasil, Trump na Casa Branca representa um obstáculo aos planos da esquerda liderada por Lula, cuja gestão econômica vem sendo duramente criticada. O mercado financeiro, preocupado com a falta de responsabilidade fiscal do governo petista, elevou o dólar a um patamar histórico de R$ 6,10 após a vitória de Trump, ultrapassando o recorde da pandemia. A vitória de Trump trouxe um choque no mercado brasileiro, onde o dólar já vinha em alta devido à ausência de um plano de austeridade do governo e ao aumento desenfreado das despesas.

Trump, agora confirmado como presidente, promete interromper as políticas que desgastaram o poder econômico dos EUA e retomam o fortalecimento da soberania nacional. O apoio de Bolsonaro a Trump reforça essa visão, e muitos brasileiros ainda esperam o dia em que Bolsonaro, recebendo a faixa presidencial e o apoio de Trump, traga novamente um governo de princípios sólidos e compromissado com a soberania do país. A direita brasileira, observando as consequências positivas da vitória de Trump, mantém viva a esperança de um retorno que trará de volta os valores que foram amplamente defendidos durante o mandato de Bolsonaro.


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