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Aras defende que Bolsonaro decida como prefere depor

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Escrito por Redação

Inquérito apura se presidente interferiu na Polícia Federal, o que ele nega.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu nesta quinta-feira (2) em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o presidente Jair Bolsonaro seja questionado sobre como prefere prestar depoimento no inquérito que apura se houve interferência na Polícia Federal.

O inquérito, aberto em maio, foi prorrogado por mais 30 dias e tem como base acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Bolsonaro nega ter interferido na PF.

Durante as investigações, a PF informou ao Supremo que quer ouvir o presidente sobre as acusações, e Celso de Mello, relator do inquérito, pediu à PGR que se manifestasse sobre o pedido.

Augusto Aras, então, sugeriu que Bolsonaro escolha se prefere:

  • exercer o direito de ficar em silêncio;
  • que o depoimento ocorra por escrito;
  • ter a oportunidade de escolher hora e local para a oitiva.

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