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Após cães tomarem choque em calçada, comerciante distribui placas de alerta por Santa Cecília, em SP, e viraliza nas redes sociais

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Após cães tomarem choque em calçada, comerciante distribui placas de alerta por Santa Cecília, em SP, e viraliza nas redes sociais

Cansado de presenciar cachorros tomando choque durante o passeio, Anderson Boeira mandou fazer placas e as espalhou por postes, chamando a comunidade a reclamar do problema.

Dono de uma sorveteria de sabores nordestinos na Santa Cecília, região central de São Paulo, o comerciante Anderson Boeira estava cansado de ouvir e presenciar reclamações sobre choques elétricos que os cães da vizinhança estavam tomando ao caminhar pela Rua Aureliano Coutinho e resolveu agir.

Após meses reclamando na concessionária de energia sobre o assunto, ele decidiu confeccionar placas e fixá-las nos postes da região, alertando os donos de animais sobre o problema que ocorria, principalmente, após dias de chuva forte.

Além do alerta sobre o problema, Boeira pedia na placa que os donos de pets do bairro entrassem em contato com a Enel para registrar uma reclamação e resolver definitivamente o problema.

A iniciativa ganhou força entre os vizinhos da rua, que fizeram reclamações em massa.

O comerciante baiano Anderson Boeira, dono de um negócio na rua Aureliano Coutinho, em Santa Cecília, no Centro de São Paulo. — Foto: Rodrigo Rodrigues/g1

O comerciante baiano Anderson Boeira, dono de um negócio na rua Aureliano Coutinho, em Santa Cecília, no Centro de São Paulo. — Foto: Rodrigo Rodrigues/g1

Porém, o movimento que começou em dezembro de 2021 foi resolvido apenas nesta quinta-feira (12), depois que as placas de Anderson Boeira ganharam as redes sociais e viralizaram entre os internautas.

“Cheguei aqui em dezembro e comecei a presenciar as reclamações dos vizinhos e síndicos dos prédios falando sobre o problema e nada era resolvido. Meu cachorro, inclusive tomou choque aqui. A Enel veio várias vezes e dizia que não tinham constatado nada. Eles afirmavam que o problema era de outra equipe. Então resolvi fazer as placas por volta de março”, contou Boeira.

Segundo o comerciante, uma medição feita por moradores no local chegou a constatar que a intensidade dos choques era de até 110 volts.

“Minha preocupação não é apenas com os cãezinhos, mas também com alguma pessoa cardíaca ou morador de rua que pudesse pisar lá descalço, tomar um choque e morrer”, disse Boeira.

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G1

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