Governo de SP inicia campanha contra a gripe com apoio de líderes religiosos

A colaboração entre o Ministério da Saúde e instituições religiosas visa vencer obstáculos e desinformações que ameaçam a saúde pública

A campanha de vacinação em São Paulo prioriza idosos, crianças e profissionais da saúde, com 265 mil doses disponíveis nas UBS e AMAs. - Imagem: Divulgação / Ascom

Marina Milani Publicado em 28/03/2025, às 11h51

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, está ampliando as iniciativas para assegurar a eficácia da campanha de vacinação contra a gripe, que começou na última sexta-feira (28) na cidade de São Paulo. Em um esforço para mobilizar amplamente a população, Padilha participou da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, onde ressaltou a importância do engajamento dos líderes religiosos na promoção da vacinação. Ele destacou o papel fundamental que esses líderes podem desempenhar na divulgação de informações precisas e na luta contra o negacionismo e as notícias falsas relacionadas à imunização.

A campanha visa atender grupos prioritários, incluindo idosos, crianças, gestantes, puérperas e profissionais da saúde. Para isso, o governo federal disponibilizou 265 mil doses para a capital paulista. As vacinas estão sendo administradas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMA), que funcionam das 7h às 19h, inclusive aos sábados. A ação tem como objetivo proteger a população da gripe, uma doença respiratória contagiosa que apresenta sintomas como coriza, febre, dor de cabeça, dores no corpo, tosse e mal-estar.

A abordagem do Ministério da Saúde em envolver líderes religiosos na campanha revela uma estratégia voltada para alcançar um público mais amplo e diversificado. Ao posicionar a vacinação como um ato de preservação da vida, o governo busca aumentar a adesão ao programa e assegurar a proteção coletiva contra a gripe. A colaboração entre o governo e as instituições religiosas é considerada um passo significativo para vencer obstáculos e desinformações que possam ameaçar a saúde pública.

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