As autoridades estão comprometidas em esclarecer as circunstâncias da morte de Jamili Carvalho, que levanta questões sobre segurança em procedimentos estéticos
Gabriela Nogueira Publicado em 16/09/2025, às 14h38
A morte de Jamili Carvalho Oliveira, que ocorreu após complicações relacionadas a um procedimento estético de preenchimento de glúteos com hidrogel, gerou grande repercussão na cidade de São Vicente. A jovem foi levada ao Hospital Vicentino, localizado no bairro Vila São Jorge, onde foi internada devido a problemas de saúde.
Em comunicado oficial, a Prefeitura de São Vicente assegurou que todos os protocolos médicos foram seguidos no atendimento a Jamili. De acordo com informações preliminares, a suspeita clínica inicial aponta para um quadro de sepse com origem cutânea, possivelmente associada ao uso do hidrogel. A Secretaria da Saúde (Sesau) destacou que o procedimento estético não foi realizado nas instalações da unidade pública.
Os detalhes que levarão à confirmação da causa do falecimento serão apurados por meio de exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML). A Sesau também informou que não possui registros sobre onde Jamili Carvalho teria realizado o preenchimento estético.
Além disso, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) anunciou que o caso está sob investigação pela Polícia Civil e foi formalmente registrado como uma morte suspeita na delegacia local. As autoridades estão comprometidas em esclarecer as circunstâncias que envolveram a tragédia.