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Polícia localiza segundo imóvel ligado a grupo que matou ex-delegado no litoral paulista

O imóvel, de fachada fechada, possui piscina e churrasqueira, e teria sido usado pelo grupo durante alguns dias

té o momento, três suspeitos foram presos: Dahesly Oliveira Pires, Luiz Henrique Santos Batista, conhecido como “Fofão”, e Rafael Marcell Dias Simões, apelidado de “Jaguar” - Imagem: Marco Antônio/TV Tribuna e Prefeitura de Praia Grande

Redação Publicado em 21/09/2025, às 15h25

A Polícia Civil identificou em Mongaguá, no litoral de São Paulo, um segundo imóvel que teria sido utilizado pelos criminosos responsáveis pela morte do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes, executado em Praia Grande na noite de segunda-feira (15).

Até o momento, três suspeitos foram presos: Dahesly Oliveira Pires, Luiz Henrique Santos Batista, conhecido como “Fofão”, e Rafael Marcell Dias Simões, apelidado de “Jaguar”. Outros quatro investigados seguem foragidos: Felipe Avelino da Silva, Flávio Henrique Ferreira de Souza, Luiz Antonio Rodrigues de Miranda e Willian Silva Marques.

O primeiro imóvel ligado à quadrilha foi encontrado em Praia Grande e pertence a Willian. No local, peritos localizaram um fuzil que pode ter sido usado na execução, além de 41 vestígios genéticos — entre eles, de um policial militar irmão do proprietário. O agente já foi ouvido e não é investigado.

Segundo informações, a segunda casa, situada em Mongaguá, já passou por perícia. Diversas impressões digitais foram recolhidas e estão em análise. A polícia chegou até a residência em Praia Grande, na Rua Campos de Jordão, bairro Jardim Imperador, a partir do depoimento de Dahesly, que relatou ter ido ao local para buscar um dos fuzis usados no crime, sob ordens de Luiz Antonio. As armas, no entanto, não foram encontradas.

O imóvel, de fachada fechada, possui piscina e churrasqueira, e teria sido usado pelo grupo durante alguns dias. Localiza-se em uma área tranquila, com várias casas de veraneio, próxima ao limite entre Praia Grande e Mongaguá.

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