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Esportes

STU Criciúma tem campeã mundial x medalhista olímpica e promessas x ‘old school’ do skate street

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STU Criciúma tem campeã mundial x medalhista olímpica e promessas x 'old school' do skate street

Uma bicampeã mundial, um vice e uma medalhista olímpica. Assim começa a reunião de estrelas do skate mundial na primeira etapa do circuito nacional de skate street em Criciúma, em Santa Catarina. A cidade de 200 mil habitantes e a cerca de 200km da capital Florianópolis é a primeira parada para competição neste ano para Pâmela Rosa, Lucas Rabelo e Rayssa Leal.

Ao todo, a etapa de street reúne nesta semana 17 skatistas entre as mulheres e 52 entre os homens. O sportv transmite as semifinais no sábado, e as finais serão transmitidas ao vivo dentro do Esporte Espetacular, no domingo.

Entre os homens, os destaques que vão tentar superar o favoritismo do atual vice-campeão mundial Lucas Rabelo são João Lucas Alves, Gabryel Aguilar, Eduardo Neves, entre outros como Marcelo Formiga, de 39 anos, um ícone com 30 anos de skate no pé, e Kalani Konig, de apenas 14 anos e que além da etapa de street do STU, neste fim de semana, disputará a modalidade park, semana que vem.

– É uma oportunidade muito boa estar correndo com os ídolos – diz o catarinense Kalani, que anda de skate desde os 8 meses de idade e hoje é considerado um dos destaques do circuito nacional aos 14 anos, mesma idade de Rayssa Leal, medalhista de prata nas Olimpíadas de Tóquio. No street, o Brasil ainda conquistou a medalha de prata com Kelvin Hoefler nos Jogos, mas ele não veio dos Estados Unidos para disputar essa etapa do circuito nacional.

Já entre as mulheres, Pâmela e Rayssa disputam o título contra skatistas que já se destacam nacional e internacionalmente como Gabi Mazetto, Virginia Fortes Águas, Kemily Suiara, Marina Gabriela e Ariadne Souza.

– Entramos em 2022 com o objetivo de poder evoluir ao máximo. O STU representa nossa volta. Eu mesma tive cinco ou seis dias de férias. Porque 2021 foi um ano bem corrido. E já começou 2022, com uma das competições mais importantes para nós – diz Pâmela, que competiu machucada nas Olimpíadas de Tóquio, não foi ao pódio, mas se recuperou e conquistou o bicampeonato mundial em novembro.

– Nos Jogos Olímpicos eu estava sem celular, para tentar ficar focada na competição. Mas, logo depois, eu vi o boom que foi o skate. Quem não entendia, querendo entender. Crianças querendo andar, Agora é evoluir cada vez mais – completa Pâmela.

E o público poderá ver as estrelas e a nova, novíssima, geração do skate presencialmente em Criciúma. A competição terá a presença de torcedores nas arquibancadas, desde que apresentem comprovantes de vacinação atualizado com uma ou mais doses do imunizante contra a Covid-19. É a chance de acompanhar de perto o início de um ano que tem tudo para ser promissor para o skate brasileiro.

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GE

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