Uma estátua do jogador de futebol Cristiano Ronaldo causou uma polêmica no estado de Goa, no sul da Índia, pois os moradores acusam as autoridades de

Redação Publicado em 31/12/2021, às 00h00 - Atualizado às 10h31
Uma estátua do jogador de futebol Cristiano Ronaldo causou uma polêmica no estado de Goa, no sul da Índia, pois os moradores acusam as autoridades de insensibilidade ao homenagear um astro do esporte de Portugal, uma antiga potência colonial.
Vários manifestantes com bandeiras pretas se reuniram no local depois que a estátua foi inaugurada esta semana na cidade de Calangute.
Os manifestantes expressaram sua raiva pelo fato de as autoridades terem ignorado as estrelas do esporte da Índia e escolhido um jogador de Portugal, país do qual Goa se tornou independente em 1961.

Micky Fernandes, um ex-jogador internacional originário de Goa, disse que esta escolha foi “dolorosa” e que tem sido vivida como uma “ressaca” do domínio português. “Ronaldo é o melhor jogador do mundo, mas ainda devemos ter a estátua de um jogador de Goa”, disse Fernandes.
A maior parte da Índia atual conquistou a independência em 1947. No entanto, Goa, após um conflito armado com o poder colonial português, tornou-se um território autônomo administrado pelo governo federal indiano em 1961, e foi admitido como um estado pleno da Índia em 1987.
.
.
.
.
.
G1
Leia também

Dom Rafael perde direitos dinásticos após anunciar casamento

Loja de fotografia é destruída por incêndio em Campinas; câmeras registram ação de suspeito

Motorista de Porsche morre após colisão contra mureta na Rodovia dos Imigrantes

A Fazenda 18 já tem data de estreia; saiba qual

Quase 900 cobras escapam de criadouro durante enchentes no sul da China

Fies: estudantes com parcelas em dia terão mais tempo para quitar financiamento

Cratera aberta durante obra da Sabesp interdita três casas em Osasco

Polícia investiga festa com fuzis em Vigário Geral e suspeita de presença de Peixão

Mulher é encontrada morta em estacionamento de UBS na Zona Sul de São Paulo

Apenas 5% das ações contra políticos no STF terminam em condenação